Juliette Greco é sempre um “must” em tudo o que canta , mas esta interpretação- http://www.youtube.com/watch?v=XyqIs8xPCd0 – além de deliciosa, foi uma pedrada no charco, se pensarmos que tem mais de 40 anos…
Excelente, Ariel. Ainda bem que trouxe aqui essa canção, de que tanto gosto (e tão característica daquela época em que ser realista era exigir o impossível). Outra canção dela de que gosto muito é ‘Monsieur je n’ai pas vingt ans’. Bem emblemática da Greco (senhora que está viva e recomenda-se). Sou bem capaz de a trazer também aqui.
Todos os grandes «franceses» hão-de passar por cá. Alguns já passaram – incluindo o belga Brel e o arménio Aznavour. O italiano Montand está quase a chegar.
Antecipou-se, Ariel… eu ia sugerir ao Pedro justamente que trouxesse aqui mais esse “francês” (com qualquer uma canção, mas as minhas preferidas são “Tes gestes” e “La femme qui est dans mon lit”). E também o fabuloso “francês” Georges Moustaki, que escreveu e compôs para quase todos os da sua geração. Imprescindíveis, na minha opinião.
Uma das canções da minha vida é ‘Le Méteque’, do Moustaki. Vai passar por cá, não tarda nada.
Le Méteque poderia lá faltar Pedro, seria até “causo” de eu encabeçar uma petição publica de protesto por tal omissão… :)))
Pois que venha, compadre. É uma das canções da minha vida também.
Tive uma fixação com ele Ana, depois passou-me como acontece com todas as fixações, mas ficou cá o bichino. :))
Aconteceu-me algo semelhante com a Joan Baez. Também comigo o bichinho ficou. De tal modo que sou capaz de ir ouvi-la na semana que vem.
Reggiani, para mim a melhor voz de todas. Só me refiro à voz. Maumariée, Vingt ans, Il suffirait de presque rien.. Ai, cá estou eu a mergulhar 🙂
Também adoro o Reggiani, Ariel. Ainda o ouvi ao vivo, já velho mas ainda com aquela voz única. Mas era só um intérprete, ao contrário de Moustaki que, além disso, era também um compositor e letrista de luxo.
O Moustaki está quase a chegar.
Ah Sous le ciel de Paris”, Pedro, C’est si bon “… Belíssima escolha. Gosto muito das canções e dos cantores franceses. Aos já nomeados, se o Pedro permitir, acrescento mais alguns também emblemáticos da “canção francesa” e de géneros diferentes: Maurice Chevalier , Patachou Henriette Aragon ) e Georges Brassens . “Paris sera toujours Paris” – por Maurice Chevalier , 1939 http:/ http://www.youtube.com /watch?v=kNf-eRYXjb8 Patachou – “Les amoureux des bancs publics” de Georges Brassens http:/ http://www.youtube.com /watch?v=anxwTtC7uI8 Georges Brassens Les amours d’antan http:/ http://www.youtube.com /watch?v=werBSUdTsto
E Brassens e Bécaud e o que mais der. Continuem e publiquem mais música francesa e fotos de quando os automóveis eram arte…e depois admirem-se de eu andar com taquicardias oh malvados !! Oh malta, a colheita de 1955 já é de colecção…
Juliette Greco é sempre um “must” em tudo o que canta , mas esta interpretação- http://www.youtube.com/watch?v=XyqIs8xP Cd0 – além de deliciosa, foi uma pedrada no charco, se pensarmos que tem mais de 40 anos…
Excelente, Ariel. Ainda bem que trouxe aqui essa canção, de que tanto gosto (e tão característica daquela época em que ser realista era exigir o impossível).
Outra canção dela de que gosto muito é ‘Monsieur je n’ai pas vingt ans’. Bem emblemática da Greco (senhora que está viva e recomenda-se). Sou bem capaz de a trazer também aqui.
Oh! La Gréco… Indispensable.
In-dis-pen-sa-ble. Très bien dit.
Belíssima escolha, pré-Salut Les Compains :). Do tempo em que França dava cartas, até na música.
De repente, fiquei com uma enorme vontade de regressar a Paris.
Pois, esta já esteve no Brumas, mas antes de Matusalém…
Hum. E cheira-me que há-de voltar, já neste novo ciclo.
La Greco tinha que figurar nesta galeria. Óptima escolha.
Todos os grandes «franceses» hão-de passar por cá. Alguns já passaram – incluindo o belga Brel e o arménio Aznavour. O italiano Montand está quase a chegar.
E o Reggianni ?
:))
O italiano Reggiani, outro nome imprescindível da canção «francesa», também aparecerá por cá. Tal como o grego Moustaki.
Antecipou-se, Ariel… eu ia sugerir ao Pedro justamente que trouxesse aqui mais esse “francês” (com qualquer uma canção, mas as minhas preferidas são “Tes gestes” e “La femme qui est dans mon lit”). E também o fabuloso “francês” Georges Moustaki, que escreveu e compôs para quase todos os da sua geração. Imprescindíveis, na minha opinião.
Uma das canções da minha vida é ‘Le Méteque’, do Moustaki. Vai passar por cá, não tarda nada.
Le Méteque poderia lá faltar Pedro, seria até “causo” de eu encabeçar uma petição publica de protesto por tal omissão…
:)))
Pois que venha, compadre. É uma das canções da minha vida também.
Tive uma fixação com ele Ana, depois passou-me como acontece com todas as fixações, mas ficou cá o bichino.
:))
Aconteceu-me algo semelhante com a Joan Baez. Também comigo o bichinho ficou. De tal modo que sou capaz de ir ouvi-la na semana que vem.
Reggiani, para mim a melhor voz de todas. Só me refiro à voz. Maumariée, Vingt ans, Il suffirait de presque rien.. Ai, cá estou eu a mergulhar 🙂
Também adoro o Reggiani, Ariel. Ainda o ouvi ao vivo, já velho mas ainda com aquela voz única. Mas era só um intérprete, ao contrário de Moustaki que, além disso, era também um compositor e letrista de luxo.
O Moustaki está quase a chegar.
Ah Sous le ciel de Paris”, Pedro, C’est si bon “… Belíssima escolha.
Gosto muito das canções e dos cantores franceses. Aos já nomeados, se o Pedro permitir, acrescento mais alguns também emblemáticos da “canção francesa” e de géneros diferentes: Maurice Chevalier , Patachou Henriette Aragon ) e Georges Brassens .
“Paris sera toujours Paris” – por Maurice Chevalier , 1939
http:/ http://www.youtube.com /watch?v=kNf-eRYXjb8
Patachou – “Les amoureux des bancs publics” de Georges Brassens http:/ http://www.youtube.com /watch?v=anxwTtC7uI8
Georges Brassens Les amours d’antan http:/ http://www.youtube.com /watch?v=werBSUdTsto
Obrigado, Maria. As suas sugestões são sempre muito bem vindas.
E Brassens e Bécaud e o que mais der. Continuem e publiquem mais música francesa e fotos de quando os automóveis eram arte…e depois admirem-se de eu andar com taquicardias oh malvados !! Oh malta, a colheita de 1955 já é de colecção…
Aconselhe-se com o seu cardiologista. Vamos continuar assim.
“Quand il pleut sur Paris
C’est qu’il est malheureux
Quand il est trop jaloux
De ses millions d’amants…”
Olá, Fátima. Estás de volta? Gostei muito de te ver por cá.
🙂