A década de 60 teve os Beatles, os Stones, Dylan, Simon & Garfunkel – e tudo o resto que sabemos. A de 80, teve Springsteen, os U2, Madonna, Michael Jackson e os Dire Straits, entre tantos outros. A de 70 teve os Genesis e os Pink Floyd, é certo, mas sempre a achei inferior às duas outras. Apesar de ter começado a ouvir música precisamente nessa década.
Temos os que começaram obra nos anos 60 e continuaram nos 70. Leonard Cohen, David Bowie, Moody Blues, tantos, tantos! E Elton John, gigantesco até 1975 e ao Captain Fantastic.
Se for à etiqueta “Os discos da minha vida” na Gota, descobrirá que boa parte deles são dos anos 70. Eu costumo dizer que passei os anos 70 a descobrir os 60, e os anos 80 a descobrir os 70.
De facto, alguns que ainda por aí estão vieram dos gloriosos anos 60. Dylan, Cohen, Stevie Wonder, Aretha Franklin, Paul Simon, os Stones… Os anos 70 foram mais efémeros, com o seu som muito característico – do ‘rock sinfónico’ ao ‘disco’. Mas claro que muito do que se cantou e tocou nessa década superou o teste do tempo. E até os Abba estão hoje a ser revalorizados, o que muita gente nunca imaginaria então. Também eu, que nunca corri atrás de modas, fui passando as décadas a saborear e a (re)descobrir a música de décadas anteriores. Esta série diária – que já vai longa – é aliás bem um reflexo disso.
Eu comecei a gostar de ABBA só aos 20 anos, quando comecei a ir ao Stone’s e as músicas deles nos puxavam para a pista. Nem imagina a troça que no Verão de 80 fiz do meu melhor amigo, quando comprou Voulez Vous, que tinha acabado de sair. Ainda por cima, e como arrumamos os discos por ordem alfabética, aquele ficou para todo o sempre a primeiro na estante, o que muito o embaraçava.
Mas o grande ressurgimento foi realmente com o musical e depois o filme (que confesso que comecei a ver para logo desistir, apesar de adorar Meryl Streep).
Sem dúvida!!!
Ainda me lembro de onde comprei o disco: numa loja miserável em Lérida, vinda do ski em Baquera. 🙂
E um brinde com a nossa querida Chrissie; iE
http://www.youtube.com/watch?v=ha4DVpzoX
Isso é que é boa memória, Teresa. Obrigado pelo brinde.
Dos gloriosos 80.
Gloriosos, sem dúvida. A segunda melhor década da música popular (a melhor foi a de 60).
Que grande injustiça para com a década de 70, Pedro! :))
A década de 60 teve os Beatles, os Stones, Dylan, Simon & Garfunkel – e tudo o resto que sabemos. A de 80, teve Springsteen, os U2, Madonna, Michael Jackson e os Dire Straits, entre tantos outros. A de 70 teve os Genesis e os Pink Floyd, é certo, mas sempre a achei inferior às duas outras. Apesar de ter começado a ouvir música precisamente nessa década.
Temos os que começaram obra nos anos 60 e continuaram nos 70.
Leonard Cohen, David Bowie, Moody Blues, tantos, tantos! E Elton John, gigantesco até 1975 e ao Captain Fantastic.
Se for à etiqueta “Os discos da minha vida” na Gota, descobrirá que boa parte deles são dos anos 70.
Eu costumo dizer que passei os anos 70 a descobrir os 60, e os anos 80 a descobrir os 70.
http://gotaderantanplan.blogspot.com/sea rch/label/Os%20discos%20da%20minha%20vid a
De facto, alguns que ainda por aí estão vieram dos gloriosos anos 60. Dylan, Cohen, Stevie Wonder, Aretha Franklin, Paul Simon, os Stones… Os anos 70 foram mais efémeros, com o seu som muito característico – do ‘rock sinfónico’ ao ‘disco’. Mas claro que muito do que se cantou e tocou nessa década superou o teste do tempo. E até os Abba estão hoje a ser revalorizados, o que muita gente nunca imaginaria então.
Também eu, que nunca corri atrás de modas, fui passando as décadas a saborear e a (re)descobrir a música de décadas anteriores. Esta série diária – que já vai longa – é aliás bem um reflexo disso.
Eu comecei a gostar de ABBA só aos 20 anos, quando comecei a ir ao Stone’s e as músicas deles nos puxavam para a pista.
Nem imagina a troça que no Verão de 80 fiz do meu melhor amigo, quando comprou Voulez Vous, que tinha acabado de sair. Ainda por cima, e como arrumamos os discos por ordem alfabética, aquele ficou para todo o sempre a primeiro na estante, o que muito o embaraçava.
Mas o grande ressurgimento foi realmente com o musical e depois o filme (que confesso que comecei a ver para logo desistir, apesar de adorar Meryl Streep).
584 escolhas sempre em grande.
Obrigado, Daniel. Espero que gostes das restantes (ainda faltam muitas).