14 comentários em “As canções do século (572)”

  1. Este álbum, o «Play», é muito interessante e “tocou” mto tempo no meu carro… infelizmente, o Moby nunca mais fez nenhum destes…

      1. Desculpa, mas não resisti…
        “Nem sempre as vedetas estrangeiras que abrilhantam as resmas de festivais de Verão se limitam a cantar (o que, na esmagadora maioria dos casos, bastaria para disparar os alarmes): para mal dos nossos pecados, algumas insistem em falar. Veja-se o caso do sr. Moby, uma coisinha artisticamente microscópica, que em entrevista à Lusa previu “o fim do império americano e a ascensão da China”.
        Com a sapiência que a autoria de cantilenas pop confere, o sr. Moby foi mais longe e antecipou as tendências internacionais futuras: em simultâneo ao declínio dos EUA e à consagração chinesa, haverá crescimento da América Latina, da Índia e da Europa, esta impulsionada por países como Portugal, a Dinamarca e a Holanda, que o sr. Moby acha exemplares no “equilíbrio” obtido “entre os sectores público e privado”.
        Por sorte, a Wikipedia esclarece-nos que o sr. Moby é consumidor ocasional de LSD, aptidão que explica os delírios parciais acima e, de caminho, o facto de um sujeito que abomina a América a ponto de desejar a sua ruína teimar em residir em Los Angeles e não em Xangai ou Vila Franca de Xira.
        Por azar, os alucinogénios não explicam que o “pensamento” do sr. Moby, em si insignificante, seja vulgata comum a inúmeros leigos e eruditos, desgostosos com o sistema em que masoquistamente prosperam e ansiosos por uma redenção que fatalmente virá de lugares exóticos, em regra sinónimo de opressão e miséria. Também não é bom sinal que a Europa e sobretudo Portugal comecem a ser incluídos no exotismo redentor. Vila Franca irá tornar-se a Katmandu do século XXI?”

        Alberto Gonçalves, in DN
        Quarta-feira, 20 de Julho

    1. Obrigado, Daniel. A ideia, como já se viu, é ir saltando décadas e géneros musicais nesta série. De 1901 a 2000. Mas a mais antiga que encontrei até hoje é de 1908. Velhinha mesmo.

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