Gosto muito desse dueto e do vídeo. Muito bom, Pedro, “ don´t give up”… Ao tempo que não ouvia Kate Bush uma mulher de palco, excelente, com uma estética que, sinceramente, na altura não apreciei. Agora veio-me à ideia outras duas cantoras, também excepcionais, Elkie Brooks e Suzanne Vega – esta última com uma sonoridade que na época fazia a diferença, tal como Sinead O’Connor de quem a Ana já falou.
Outra canção eterna. Há uma outra versão de que gosto muito e é menos conhecida, a de Sinead O’Connor com Zucchero.
Duas belas versões da mesma canção. Ainda assim, prefiro um pouco menos a Sinead O’Connor e tenho um velho fraquinho pela Kate Bush.
E eu tenho um fraquinho incurável pelo Zucchero.
🙂
E eu tenho a comunicar-vos que os dois virão cá fazer-nos uma visita. Em separado.
Boa! Proponho “Senza una donna” ou “Miserere”, talvez as mais emblemáticas do Zucchero.
Tenho algumas “italianadas” prontas a avançar. Gostarás delas, tenho a certeza.
E o vídeo, como nos habituaram Peter Gabriel e Kate Bush (ambos são mestres na arte do vídeo também), é uma maravilha.
pois é.
Pedro,
grande escolha.
Es un gran e imperecedero tema.;-)
Beatriz,
Más que guapa, más que linda.
Absolutamente fantástica.
Hum… adoro a voz dele!
Hum.. e eu gosto muito das tuas legs.
Gosto muito desse dueto e do vídeo. Muito bom, Pedro, “ don´t give up”… Ao tempo que não ouvia Kate Bush uma mulher de palco, excelente, com uma estética que, sinceramente, na altura não apreciei. Agora veio-me à ideia outras duas cantoras, também excepcionais, Elkie Brooks e Suzanne Vega – esta última com uma sonoridade que na época fazia a diferença, tal como Sinead O’Connor de quem a Ana já falou.
Essas meninas aparecerão por cá, Maria.