Inquietante coincidência Pedro. Ainda há poucos dias me lembrei dela e pensei em escrever sobre ela na Gota. Arrumei a ideia, face ao fim tão triste e incompreensível.
Trouxe-a aqui a propósito do Strauss-Kahn, Teresa. Obviamente. Mas sem favor: esta canção foi um êxito em muitos países e ficou a perdurar em muitas memórias (ainda hoje sei os versos iniciais de cor). Espantoso: uma tímida freira católica belga conseguiu destronar o ‘Rei’ Elvis Presley nas tabelas de vendas, muito antes de haver ‘redes sociais’. O destino dela – infelizmente – foi trágico, como sabemos. Mas até isso contribui para que esta seja também, sem favor, uma canção do século.
Nem queria acreditar, Pedro, aos anos que não pensava nela! E não é que a conheci? Quando estudei na Bélgica, refugiei-me num convento, com uma amiga, para um período de estudo intensivo em vésperas de exames. Era lá que vivia a Soeur Dominique…
Espantoso, esse episódio, Joana: esses tempos, que não vivi, fascinam-me cada vez mais. A vossa geração, sem o saber na altura, teve o privilégio de testemunhar em primeira mão alguns dos anos mais memoráveis das últimas décadas. Daí o fascínio inapagável que a geração de 60 conserva ainda hoje. Esta Soeur Dominique foi uma figura tocada pela tragédia, o que me levou também a recordá-la aqui. Teve fama mundial, acabou por mergulhar anos depois numa depressão profunda que a conduziu ao suicídio. Quem diria que o destino dela seria esse, ouvindo-a vinte anos antes nesta voz tão fresca e promissora?
Inquietante coincidência Pedro. Ainda há poucos dias me lembrei dela e pensei em escrever sobre ela na Gota.
Arrumei a ideia, face ao fim tão triste e incompreensível.
Trouxe-a aqui a propósito do Strauss-Kahn, Teresa. Obviamente. Mas sem favor: esta canção foi um êxito em muitos países e ficou a perdurar em muitas memórias (ainda hoje sei os versos iniciais de cor). Espantoso: uma tímida freira católica belga conseguiu destronar o ‘Rei’ Elvis Presley nas tabelas de vendas, muito antes de haver ‘redes sociais’. O destino dela – infelizmente – foi trágico, como sabemos. Mas até isso contribui para que esta seja também, sem favor, uma canção do século.
Nem queria acreditar, Pedro, aos anos que não pensava nela! E não é que a conheci? Quando estudei na Bélgica, refugiei-me num convento, com uma amiga, para um período de estudo intensivo em vésperas de exames. Era lá que vivia a Soeur Dominique…
Espantoso, esse episódio, Joana: esses tempos, que não vivi, fascinam-me cada vez mais. A vossa geração, sem o saber na altura, teve o privilégio de testemunhar em primeira mão alguns dos anos mais memoráveis das últimas décadas. Daí o fascínio inapagável que a geração de 60 conserva ainda hoje.
Esta Soeur Dominique foi uma figura tocada pela tragédia, o que me levou também a recordá-la aqui. Teve fama mundial, acabou por mergulhar anos depois numa depressão profunda que a conduziu ao suicídio. Quem diria que o destino dela seria esse, ouvindo-a vinte anos antes nesta voz tão fresca e promissora?
Pedro, phine-Byrnes/dp/B0009NZ6PW
Esta série de televisão australiana diz-lhe alguma coisa? Alguma vez a viu?
http://www.amazon.com/Brides-Christ-Jose
Leia as críticas.
Um beijinho.
Obrigado pela dica, Teresa. Um dia destes temos que trocar umas ideias sobre vários assuntos.
Será um prazer, Pedro.
Eu tenho a série em DVD, até já a enviei à Helena do 2 Dedos de Conversa.
Para bom entendedor…