Vou dizer uma blasfémia: não gosto de Kurt Weill. Pronto, já disse. Mas que esta é uma cançao do século , é inquestionável. Em compensação aprecio muito esta senhora, quer na versão jovem, quer na versão madura.
Kurt Weill já aqui tinha passado, em ‘September Song’ (na voz de Nat King Cole) e ‘Mack the Knife’ (na voz de Bobby Darin), Teresa. E vai voltar. Algumas das canções do século são da dupla Brecht-Weill. ‘Mea culpa’: já devia ter trazido antes a Marianne Faithfull ao Delito. Mas vou redimir-me: ela volta aqui não tarda nada. (Prefiro-a na versão jovem, não sei bem porquê…)
Bem sei, Pedro. Lembro-me bem. E é claro que nem discuto a importância da dupla. Há versões de algumas das suas canções de que gosto, mas são excepções. É o caso de September Song, que já aqui passaste, e de “O Malandro”, do Chico. Mas são excepções. Não aprecio a frieza, tão germânica, que emana sempre dos seus temas.
Atrevo-me a dizer que este post ” As canções do seculo”, é dos melhores da blogosfera. Pela ideia em si e porque , apesar do Youtube, nos facultar canções que muitas vezes há decadas não ouviamos. Por isso muito obrigado, Pedro Correia. Posto isto, e em relação a muitas musicas que por aqui passam eu gosto sempre de falar de outras versões, de outros grupos ou cantores, não porque sejam melhores ou piores, mas porque são diferentes. Gostaria por isso de recordar a “Alabama Song” dos Doors, mas a versão do inesquecivel album ” Absolutly Live”, para mim o melhor de todos os albuns gravados ao vivo. A passagem da “Alabama Song” para a “Back Door Man” é fabulosa. Já agora, a versão mais antiga de Lotte Lenya, tambem é de relembrar. Cumprimentos ACS
Vou dizer uma blasfémia: não gosto de Kurt Weill. Pronto, já disse. Mas que esta é uma cançao do século , é inquestionável. Em compensação aprecio muito esta senhora, quer na versão jovem, quer na versão madura.
Kurt Weill já aqui tinha passado, em ‘September Song’ (na voz de Nat King Cole) e ‘Mack the Knife’ (na voz de Bobby Darin), Teresa. E vai voltar. Algumas das canções do século são da dupla Brecht-Weill.
‘Mea culpa’: já devia ter trazido antes a Marianne Faithfull ao Delito. Mas vou redimir-me: ela volta aqui não tarda nada.
(Prefiro-a na versão jovem, não sei bem porquê…)
Bem sei, Pedro. Lembro-me bem. E é claro que nem discuto a importância da dupla. Há versões de algumas das suas canções de que gosto, mas são excepções. É o caso de September Song, que já aqui passaste, e de “O Malandro”, do Chico. Mas são excepções. Não aprecio a frieza, tão germânica, que emana sempre dos seus temas.
Na fase madura e como actriz: Irina Palm. Um filme imperdível. Viste?
Falha minha, Ana. Nunca vi.
Não vi esse filme, Ana. Tenho que o caçar.
Ah, não percam. É um filme excelente.
Atrevo-me a dizer que este post ” As canções do seculo”, é dos melhores da blogosfera. Pela ideia em si e porque , apesar do Youtube, nos facultar canções que muitas vezes há decadas não ouviamos. Por isso muito obrigado, Pedro Correia.
Posto isto, e em relação a muitas musicas que por aqui passam eu gosto sempre de falar de outras versões, de outros grupos ou cantores, não porque sejam melhores ou piores, mas porque são diferentes.
Gostaria por isso de recordar a “Alabama Song” dos Doors, mas a versão do inesquecivel album ” Absolutly Live”, para mim o melhor de todos os albuns gravados ao vivo. A passagem da “Alabama Song” para a “Back Door Man” é fabulosa.
Já agora, a versão mais antiga de Lotte Lenya, tambem é de relembrar.
Cumprimentos
ACS