Uma das minhas favoritas de entre todas, mas nunca vi imagens, só conheci o som. As imagens… um cortinado que fazia o cenário. Sem “bernardettes” nem “corinnes”, concentramo-nos apenas no cantor. Que até canta muito do que foi a vida deste arménio que não escondeu o nome num pseudónimo artístico.
Eterna.
«La bohème / ça veut dire on a vingt ans / La bohème / et nous vivons de l’ air du temps…»
La bohème, ça ne veut plus rien dire du tout. E é pena.
C’est domage.
Boa escolha, Pedro se bem que este senhor tenha várias que podem entrar nesta sua selecção.
Bom fim de semana
Pois tem, António. Fique atento: outras passarão por cá. Bom fim de semana aí no campo.
Sugiro já duas: “Mes emmerdes” e “For me, formidable”.
E tenho de resistir à tentação de deixar aqui mais 567 títulos igualmente bons…
Mais duas: ‘Hier Encore’ e ‘C’est Triste Venice’.
Um eterno clássico.
Um tema eterno da ‘chanson’ que nunca passa de moda. Muitos procuram imitar, em França e não só. Sem o conseguirem.
A minha vida passa por aqui.
Há quanto tempo não a ouvia em público.
Obrigado, Pedro.
Esta é também uma das canções da minha vida, Sérgio.
Como é que uma voz tão magistral saía de um “corpinho” tão franzino…?
Sempre fiz essa pergunta a mim mesmo em relação à Piaf.
Venha de lá a Piaf e o seu “Milord”, já que hoje há discos pedidos!
🙂
Eheheheh. Essa já passou por cá!
Oh, já não me lembrava. E “Je ne regrette rien”?
Essa está no alinhamento, Ana. Não podia faltar.
Uma das minhas favoritas de entre todas, mas nunca vi imagens, só conheci o som. As imagens… um cortinado que fazia o cenário. Sem “bernardettes” nem “corinnes”, concentramo-nos apenas no cantor. Que até canta muito do que foi a vida deste arménio que não escondeu o nome num pseudónimo artístico.
Muito bem, Zé Luís.