12 comentários em “As canções do século (286)”

  1. Esta versão é meio brasileira (bossa nova, parece). Concordo , é um dos temas do século, embora prefira o original, com o baixo, a guitarra, etc.
    As bandas new-wave e equivalentes, ganharam essa identificação de o baixo ser bastante melódico e não apenas a “acompanhar” ou a “marcar” o ritmo. Esta versão prova que é um clássico, mas tira-lhe essa identificação da guitarra, e do baixo, mantendo apenas a voz e sua melodia.

    1. Agradeço o seu reparo, que me parece bem sustentado. Poderia ter trazido aqui o original dos Joy Division ou outra versão. Mas sou fã desta. Sou fã dos Nouvelle Vague. Por motivos muito subjectivos, admito. O que não invalida o facto de estarmos perante uma canção do século.

      1. O meu comentário, foi por realmente gostar da canção, e para adicionar algo ao post .
        Não pretendi dizer que ter colocado o original, teria sido melhor. Para mim e certamente para outras pessoas, que não conheciam esta versão dos Nouvelle Vague, ficámos a ganhar com a sua descoberta.

        Quanto a dizer que o reparo foi bem sustentado, é normal. Tenho dos raros blogs sobre feminismo radical, masculinismo, etc. E as feministas radicais, fora de brincadeira, usam várias técnicas de escrita para fazer passar suas ideias.

        –

  2. Quando Ian Curtis escreveu esta canção, estaria longe de pensar numa versão deste tipo.
    Mas é uma versão bonita.
    Contudo, o original é uma das minhas músicas favoritas.
    E com um poema lindo.
    Se o poema de The River é lindo, este é-o também.
    Diferente, mas muito, muito bonito.

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