Esta versão é meio brasileira (bossa nova, parece). Concordo , é um dos temas do século, embora prefira o original, com o baixo, a guitarra, etc. As bandas new-wave e equivalentes, ganharam essa identificação de o baixo ser bastante melódico e não apenas a “acompanhar” ou a “marcar” o ritmo. Esta versão prova que é um clássico, mas tira-lhe essa identificação da guitarra, e do baixo, mantendo apenas a voz e sua melodia.
Agradeço o seu reparo, que me parece bem sustentado. Poderia ter trazido aqui o original dos Joy Division ou outra versão. Mas sou fã desta. Sou fã dos Nouvelle Vague. Por motivos muito subjectivos, admito. O que não invalida o facto de estarmos perante uma canção do século.
O meu comentário, foi por realmente gostar da canção, e para adicionar algo ao post . Não pretendi dizer que ter colocado o original, teria sido melhor. Para mim e certamente para outras pessoas, que não conheciam esta versão dos Nouvelle Vague, ficámos a ganhar com a sua descoberta.
Quanto a dizer que o reparo foi bem sustentado, é normal. Tenho dos raros blogs sobre feminismo radical, masculinismo, etc. E as feministas radicais, fora de brincadeira, usam várias técnicas de escrita para fazer passar suas ideias.
Quando Ian Curtis escreveu esta canção, estaria longe de pensar numa versão deste tipo. Mas é uma versão bonita. Contudo, o original é uma das minhas músicas favoritas. E com um poema lindo. Se o poema de The River é lindo, este é-o também. Diferente, mas muito, muito bonito.
Esta versão é meio brasileira (bossa nova, parece). Concordo , é um dos temas do século, embora prefira o original, com o baixo, a guitarra, etc.
As bandas new-wave e equivalentes, ganharam essa identificação de o baixo ser bastante melódico e não apenas a “acompanhar” ou a “marcar” o ritmo. Esta versão prova que é um clássico, mas tira-lhe essa identificação da guitarra, e do baixo, mantendo apenas a voz e sua melodia.
Agradeço o seu reparo, que me parece bem sustentado. Poderia ter trazido aqui o original dos Joy Division ou outra versão. Mas sou fã desta. Sou fã dos Nouvelle Vague. Por motivos muito subjectivos, admito. O que não invalida o facto de estarmos perante uma canção do século.
O meu comentário, foi por realmente gostar da canção, e para adicionar algo ao post .
Não pretendi dizer que ter colocado o original, teria sido melhor. Para mim e certamente para outras pessoas, que não conheciam esta versão dos Nouvelle Vague, ficámos a ganhar com a sua descoberta.
Quanto a dizer que o reparo foi bem sustentado, é normal. Tenho dos raros blogs sobre feminismo radical, masculinismo, etc. E as feministas radicais, fora de brincadeira, usam várias técnicas de escrita para fazer passar suas ideias.
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Hum. Estou a aprender aqui umas coisas sobre feminismo. Inesperadamente.
Pedro
e a versão de “heart of glass”? Irresistível…
Talvez passe também por cá.
Gosto imenso dos Nouvelle Vague, que este ano vi ao vivo pela primeira vez. São óptimos em palco.
Tu estás sempre em cima do acontecimento, Ana. Muito bem.
Quando Ian Curtis escreveu esta canção, estaria longe de pensar numa versão deste tipo.
Mas é uma versão bonita.
Contudo, o original é uma das minhas músicas favoritas.
E com um poema lindo.
Se o poema de The River é lindo, este é-o também.
Diferente, mas muito, muito bonito.
Rapaziada, ’tá mal! Assim não. Há que pôr aqui o original, então??
Já agora, e que tal esta ‘vérsion’ ?:
http://www.youtube.com/watch?v=Klm2zoo0_ EM
Abraço a toda a equipa,
do Japão,
Luís Afonso, NBJ
O Pedro Correia lhe dirá da escolha desta versão, meu caro. Para já, fica retribuído o abraço.
Gostei, claro. Daqui outro forte abraço para o Japão.