12 comentários em “As canções do século (240)”

  1. Pois, pois! Fez a sua época e pôs muita gente a dançar.
    Os anos 60/70 foram brilhantes em criações belíssimas e quase poderei dizer em “rivalidades” musicais, batendo-se muito bem cada grupo em voga: The Beatles, Rolling Stones, Bee Gees (os meus preferidos), entre muitos outros.

      1. A que já aqui passou: Summer Nights, do Grease …
        Tenho de confessar que a estou a ouvir repetidamente, é fresca, juvenil, um hino à alegria, convida a dançar.
        Desta série interminável e admirável, ficou ainda a promessa de voltar Roy Orbison, que é outro (que nada tem a ver com verão), mas que não canso de re-ouvir. Até em férias, agucei o ouvido ao “apanhar” Pretty Woman nesta versão.
        Está a ser fabuloso relembrar muitos alguns que por aqui passam.

      1. Este maniqueísmo, tipicamente americano, é um fenómeno sociologicamente muito curioso.
        O povo americano, com a mesma facilidade que distingue o Bom e o Mau na tela, consegue eleger O Melhor Actor, A Melhor Actriz, O Melhor Filme, A Melhor Canção.
        Woody Allen troçava com esta característica intrínseca a uma certa americanidade no filme Annie Hall quando Dyane Keatton se preparava para acompanhar Paul Simon a uma qualquer cerimónia de atribuição de prémios em Los Angeles.
        Woody Allen perguntava então – “Do género – Maior ditador fascista de todos os tempos? Adolf Hitler!!!”
        Se haverá algum consenso neste “prémio”, já me parece tarefa impossível eleger A Melhor Canção, O Melhor Filme.
        Ainda assim, Good Vibrations foi eleita A canção do século.
        Será o equivalente musical a Hitler no plano político…
        Só os americanos são capazes de um raciocínio tão simplista.
        Nesse aspecto, são eles os premiados.
        Sem margem para dúvidas!!!

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