Pois, pois! Fez a sua época e pôs muita gente a dançar. Os anos 60/70 foram brilhantes em criações belíssimas e quase poderei dizer em “rivalidades” musicais, batendo-se muito bem cada grupo em voga: The Beatles, Rolling Stones, Bee Gees (os meus preferidos), entre muitos outros.
A que já aqui passou: Summer Nights, do Grease … Tenho de confessar que a estou a ouvir repetidamente, é fresca, juvenil, um hino à alegria, convida a dançar. Desta série interminável e admirável, ficou ainda a promessa de voltar Roy Orbison, que é outro (que nada tem a ver com verão), mas que não canso de re-ouvir. Até em férias, agucei o ouvido ao “apanhar” Pretty Woman nesta versão. Está a ser fabuloso relembrar muitos alguns que por aqui passam.
Este maniqueísmo, tipicamente americano, é um fenómeno sociologicamente muito curioso. O povo americano, com a mesma facilidade que distingue o Bom e o Mau na tela, consegue eleger O Melhor Actor, A Melhor Actriz, O Melhor Filme, A Melhor Canção. Woody Allen troçava com esta característica intrínseca a uma certa americanidade no filme Annie Hall quando Dyane Keatton se preparava para acompanhar Paul Simon a uma qualquer cerimónia de atribuição de prémios em Los Angeles. Woody Allen perguntava então – “Do género – Maior ditador fascista de todos os tempos? Adolf Hitler!!!” Se haverá algum consenso neste “prémio”, já me parece tarefa impossível eleger A Melhor Canção, O Melhor Filme. Ainda assim, Good Vibrations foi eleita A canção do século. Será o equivalente musical a Hitler no plano político… Só os americanos são capazes de um raciocínio tão simplista. Nesse aspecto, são eles os premiados. Sem margem para dúvidas!!!
Pois, pois! Fez a sua época e pôs muita gente a dançar.
Os anos 60/70 foram brilhantes em criações belíssimas e quase poderei dizer em “rivalidades” musicais, batendo-se muito bem cada grupo em voga: The Beatles, Rolling Stones, Bee Gees (os meus preferidos), entre muitos outros.
Esta é do tempo em que havia ‘músicas de Verão’. Não me lembro de nenhuma melhor que ela.
A que já aqui passou: Summer Nights, do Grease …
Tenho de confessar que a estou a ouvir repetidamente, é fresca, juvenil, um hino à alegria, convida a dançar.
Desta série interminável e admirável, ficou ainda a promessa de voltar Roy Orbison, que é outro (que nada tem a ver com verão), mas que não canso de re-ouvir. Até em férias, agucei o ouvido ao “apanhar” Pretty Woman nesta versão.
Está a ser fabuloso relembrar muitos alguns que por aqui passam.
Verá que vai gostar de muitas outras que por aqui passarão. E pode ir deixando sugestões, se entender.
Eleita A canção do século.
É uma das.
Será A?
Tenho sérias dúvidas.
Pode ser. Mas a votação final caberá aos leitores.
Este maniqueísmo, tipicamente americano, é um fenómeno sociologicamente muito curioso.
O povo americano, com a mesma facilidade que distingue o Bom e o Mau na tela, consegue eleger O Melhor Actor, A Melhor Actriz, O Melhor Filme, A Melhor Canção.
Woody Allen troçava com esta característica intrínseca a uma certa americanidade no filme Annie Hall quando Dyane Keatton se preparava para acompanhar Paul Simon a uma qualquer cerimónia de atribuição de prémios em Los Angeles.
Woody Allen perguntava então – “Do género – Maior ditador fascista de todos os tempos? Adolf Hitler!!!”
Se haverá algum consenso neste “prémio”, já me parece tarefa impossível eleger A Melhor Canção, O Melhor Filme.
Ainda assim, Good Vibrations foi eleita A canção do século.
Será o equivalente musical a Hitler no plano político…
Só os americanos são capazes de um raciocínio tão simplista.
Nesse aspecto, são eles os premiados.
Sem margem para dúvidas!!!
Já nós não teríamos qualquer dificuldade, por exemplo, em eleger o melhor político português não direi do ano mas da década.
Dos últimos 36 anos, diria eu …
Havia uma gralha no que escrevi mais acima. Onde escrevi melhor leia-se pior.
Foi o que eu subentendi ….
Eheheheh…