A minha versão preferida desta música (não necessariamente a melhor) é aquela que Ella Fitzgerald cantou uma vez ao vivo e em que até se esqueceu da letra e começou a improvisar e a fazer scat no lugar da mesma. Um verdadeiro tratado de jazz…
Já lá está, é ir e ouvir tanto quanto queira (seja lá, seja no YouTube). Versão para ouvir e re-re-re…-re-ouvir…
Excelente. Obrigado pela dica, João.
Muito boa essa versão, Pedro, de “Mack the Knife” (o anti-herói), um tema que gosto tanto da “Òpera dos “Três Vintens”. Não fica nada atrás de tantas outras …Até da original por Lotte Lenya. Belo momento musical, e não só, obrigada, Pedro.
Neste dia em que se comomora 35 anos da morte de Elvis é bem lembrado também todos os autores contenporaneos dele, parabens pelo destaque Sapo.
Todos os pretextos servem para lembrar Elvis. Mas ele morreu há 33 anos.
A minha versão preferida desta música (não necessariamente a melhor) é aquela que Ella Fitzgerald cantou uma vez ao vivo e em que até se esqueceu da letra e começou a improvisar e a fazer scat no lugar da mesma. Um verdadeiro tratado de jazz…
Essa não conheço e bem gostava de conhecer…
Vou ver se a consigo encontrar e a coloco no Estação Central. Logo à noite talvez já se arranje qualquer coisa.
Boa! Isto é que é ligação directa…
Já lá está, é ir e ouvir tanto quanto queira (seja lá, seja no YouTube). Versão para ouvir e re-re-re…-re-ouvir…
Excelente. Obrigado pela dica, João.
Muito boa essa versão, Pedro, de “Mack the Knife” (o anti-herói), um tema que gosto tanto da “Òpera dos “Três Vintens”. Não fica nada atrás de tantas outras …Até da original por Lotte Lenya. Belo momento musical, e não só, obrigada, Pedro.
A Lotte Lenya há-de passar por cá. Maria. Também numa tema de Brecht e Weill.