Oh, que beleza. É nisto que os franceses sempre foram os melhores: o cuidado extremo com as letras, não perdendo nada na melodia e na interpretação. Esta é um belíssimo exemplo disso.
Olha, olha, acordou um fantasma da minha vida. Um bom fantasma. Este é dos inquestionáveis, ou não fosse isto música francesa, como diz a Ana Vidal. Irremplaçable 🙂
Indíscutivel, Pedro. E a blogoesfera ( ou antes alguns bloggers ) permite-nos continuar a ouvir ( e ver ) autores que desapareceram das rádios. Bom fim de semana
Grande escolha, Pedro. Claro que Ferré tal como outros grandes interpretes (noutro registo musical Tom Waits , por ex), requerem estados de espírito e de subtileza auditiva que não são comuns. Daí serem músicas menos passadas nas rádios, mas intemporais nos nossos arquivos de estimação.
Oh, que beleza. É nisto que os franceses sempre foram os melhores: o cuidado extremo com as letras, não perdendo nada na melodia e na interpretação. Esta é um belíssimo exemplo disso.
Pedro, a canção e o seu interprete, são um caso muito sério – acertou em cheio…
É, de facto, uma canção fabulosa. É com todo o gosto que a trago aqui.
É verdade, Ana. Os grandes nomes da canção francesa sobreviverão a todas as modas.
Contrariando o mote deste belo poema… avec le temps, ni tout s’en va. Voilà!
Ni tout s’ en va. C’est vrai. Heureusement.
Fabuloso, tanto Avec de temps, como La Solitude, são momentos maiores de Léo Ferré.
Nunca me canso de ouvir isto. Nunca.
Olha, olha, acordou um fantasma da minha vida.
Um bom fantasma.
Este é dos inquestionáveis, ou não fosse isto música francesa, como diz a Ana Vidal.
Irremplaçable 🙂
Ainda bem, Chloé.
Sem dúvida, Pedro.
Simplesmente arrepiante.
Depois de nos embalar com a Doris Day, vem perturbar-nos com este Léo Ferré…
Esta rubrica vai mudando de tom e som, de dia para dia. Surpreender os leitores é um dos objectivos.
Indíscutivel, Pedro.
E a blogoesfera ( ou antes alguns bloggers ) permite-nos continuar a ouvir ( e ver ) autores que desapareceram das rádios.
Bom fim de semana
Infelizmente, António, há demasiados autores e intérpretes proscritos na rádio actual. Leo Ferré é um deles.
Grande escolha, Pedro. Claro que Ferré tal como outros grandes interpretes (noutro registo musical Tom Waits , por ex), requerem estados de espírito e de subtileza auditiva que não são comuns. Daí serem músicas menos passadas nas rádios, mas intemporais nos nossos arquivos de estimação.
Dizes muito bem, Rui: são canções que permanecem nos nossos arquivos de estimação.
E já que falas no Tom Waits: esse moço também há-de passar por cá.
Ora aqui está um imortal! Tenho saudades dos seus concertos.
Imortal, é o termo. Sou fã. Deste e de outros franceses.