A primeira vez que vi Patxi Andion, que não conhecia, foi no saudoso ZIP-ZIP em 1969. Lembro-me que nos surpreendeu cantando o fantástico “Rogélio”. Depois fez duas maravilhas: “Palabra por Palabra” e “Once Canciones Entre Parentesis” que inclui esta preciosidade que o Pedro hoje aqui nos trouxe. Tive oportunidade de o ver ao vivo uma vez, num inesquecível concerto que ele deu no Teatro do Monumental, se bem me lembro em 1976.
Ele há coisas… Leio um excelente texto do Arturo Pérez-Reverte , ligo a TV e está a passar o Capitão Alatriste. Ponho a tocar Patxi Andion e chego aqui é a canção do século. Vou fazer um Euromilhões à cautela, que hoje de manhã estive à conversa sobre finanças.
Eu sou coleccionador de coincidências, Dulce. Também por isso gosto muito dos livros do Paul Auster (ele também as colecciona). Fica mais uma para a colecção.
A política, a nacional e a outra, e as polémicas fatalmente efémeras que por aqui excessivamente nos ocupam, quase nos fazem esquecer tudo o resto. Quase, porque num instante de bom senso olhamos esse resto.
E percorremos os vinte anos aqui cantados. Uma vida. Na primeira vez que ouvi e fiquei conquistado por esta canção, esse tempo parecia ainda tão distante. Um dia haveria se ser eu, talvez. Um dia. Passou – foi passando -, o tempo.
Com ele, esse requemor; um desencanto que faz a vida.
Tão bela que até faz doer!
E que recordações…
Foi bom acordar assim.
🙂 Antonieta
Ainda bem que gostou, Antonieta. À medida que esta série se aproxima do fim, faço questão que aqui só apareça tudo quanto há de melhor.
A primeira vez que vi Patxi Andion, que não conhecia, foi no saudoso ZIP-ZIP em 1969. Lembro-me que nos surpreendeu cantando o fantástico “Rogélio”. Depois fez duas maravilhas: “Palabra por Palabra” e “Once Canciones Entre Parentesis” que inclui esta preciosidade que o Pedro hoje aqui nos trouxe.
Tive oportunidade de o ver ao vivo uma vez, num inesquecível concerto que ele deu no Teatro do Monumental, se bem me lembro em 1976.
Que privilégio, Alexandre. Sinto uma saudável inveja dessas experiências irrepetíveis numa época em que tudo devia parecer possível.
Ele há coisas…
Leio um excelente texto do Arturo Pérez-Reverte , ligo a TV e está a passar o Capitão Alatriste.
Ponho a tocar Patxi Andion e chego aqui é a canção do século.
Vou fazer um Euromilhões à cautela, que hoje de manhã estive à conversa sobre finanças.
Eu sou coleccionador de coincidências, Dulce. Também por isso gosto muito dos livros do Paul Auster (ele também as colecciona). Fica mais uma para a colecção.
A política, a nacional e a outra, e as polémicas fatalmente efémeras que por aqui excessivamente nos ocupam, quase nos fazem esquecer tudo o resto. Quase, porque num instante de bom senso olhamos esse resto.
E percorremos os vinte anos aqui cantados. Uma vida. Na primeira vez que ouvi e fiquei conquistado por esta canção, esse tempo parecia ainda tão distante. Um dia haveria se ser eu, talvez. Um dia. Passou – foi passando -, o tempo.
Com ele, esse requemor; um desencanto que faz a vida.
Costa
Breves mas expressivas palavras, meu caro Costa. E tão verdadeiras…
Gostei muito de as ler.