‘O Tema de Lara’: uma das mais belas bandas sonoras de sempre do cinema. Do grande Maurice Jarre, que já tinha composto uma excelente partitura para ‘Lawrence da Arábia’. Uma partitura tão hipnótica como o deserto. Virão aqui, certamente, numa série posterior dedicada apenas a temas instrumentais.
Neste dia 11 de Julho, faleceu como sabe o egípcio Omar Sharif, que protagonizou em ambos os filmes, aproveitando eu para modestamente homenageá-lo com um pequeno post onde tenho clips de ambos os temas de Jarre. Pode não ter sido um actor brilhante, mas tinha um brilho especial que não se apagou da memória de quem viu. Agora restava uma concha vazia. o Alzheimer corroera-lhe as recordações. As dele. As nossas (ainda) não.
Beijinho, Pedro.
Já sabia há dois meses do Alzheimer – talvez a mais terrível das doenças. Foi preferível ter partido assim, numa fase em que tinha ainda períodos ocasionais de lucidez.
Pedrito,
na linha de Bethânia, deixo aqui mais uma sugestão para o seu Verão:
https://www.youtube.com/watch?v=tjZgiXwD xwQ
Até breve.
Gosto muito.
Boas férias, Vento.
Excelente!
Hoje a minha nostalgia empurrou-me para outro lado.
http://youtu.be/vXtFRl1nSs
Afinal é um dos (livro, actor) filmes da minha vida. 🙂
Beijinho e BFS
Fiquei curioso mas não consegui abrir, Dulce.
https://youtu.be/vXtFRl1nSs4
Afinal faltava algo
Afinal, falta sempre algo ou alguém, só as suas criações se perpetuarão no tempo e nas memórias que não os deixam morrer
Beijinho, Pedro
‘O Tema de Lara’: uma das mais belas bandas sonoras de sempre do cinema. Do grande Maurice Jarre, que já tinha composto uma excelente partitura para ‘Lawrence da Arábia’. Uma partitura tão hipnótica como o deserto.
Virão aqui, certamente, numa série posterior dedicada apenas a temas instrumentais.
Neste dia 11 de Julho, faleceu como sabe o egípcio Omar Sharif, que protagonizou em ambos os filmes, aproveitando eu para modestamente homenageá-lo com um pequeno post onde tenho clips de ambos os temas de Jarre.
Pode não ter sido um actor brilhante, mas tinha um brilho especial que não se apagou da memória de quem viu.
Agora restava uma concha vazia. o Alzheimer corroera-lhe as recordações. As dele. As nossas (ainda) não.
Beijinho, Pedro.
Já sabia há dois meses do Alzheimer – talvez a mais terrível das doenças.
Foi preferível ter partido assim, numa fase em que tinha ainda períodos ocasionais de lucidez.
http://www.youtube.com/watch?v=OJkKWhTS_ sg
Muito bom. Candidata-se a entrar já na lista.