Talvez a música (escrevi “música”…) mais famosa do mundo mas que não teria ido longe se não fôsse um quase acaso.
Um belo dia o canadiano naturalizado americano Paul Anka comprou os direitos, escreveu uma letra em inglês, entregou-a a Frank Sinatra e aí temos “My way”:
Nos espectáculos ao vivo, que habitualmente acabavam com esta canção, Sinatra costumava dizer algo assim “Agora vou cantar o hino nacional mas não é preciso levantarem-se”.
Pelo que percebi é dia de lhe dar um grande abraço e aqui vai ele!
De resto as minhas desculpas: pus-me a comentar o post com o Claude François (que morreu tão novo e de maneira tão impensável!) e não vi que logo abaixo estava o “Old blue eyes” e comentários bem a propósito da leitora Antonieta.
Olá rmg, Agora prefiro a versão do Francis Albert, mas quando era bem novinha e comprava o ‘Salut les Copains’ e a ‘Mademoiselle Age Tendre’ tinha um fraquinho pelo Claude François e por esta canção que hoje me fez recordar des tas de choses. E tem razão, ele teve uma morte horrível. Antonieta
O ”Mademoiselle Age Tendre” nunca comprei mas talvez alguma namorada o comprasse, não me lembro.
O “Salut les Copains” comprava-o ali na Tabacaria “Canasta” da Praça de Londres.
Como tenho uma colecção “razoável” de música francesa dessa época tem sido sempre muito frequente perguntarem-me se tenho esta, é uma canção que como muito bem diz faz recordar des tas de choses a toda uma geração, a geração “pré-invasão inglesa”.
O Franciso Albert é um caso àparte no mundo da música, é extra-concurso. Tudo o que ele cantou deixou uma marca tão clara que, quando ouço os grandes êxitos dele cantados por outros, mesmo inconscientemente acabo a fazer a comparação.
http://www.youtube.com/watch?v=XuJFjAsKM Rk
Talvez a música (escrevi “música”…) mais famosa do mundo mas que não teria ido longe se não fôsse um quase acaso.
Um belo dia o canadiano naturalizado americano Paul Anka comprou os direitos, escreveu uma letra em inglês, entregou-a a Frank Sinatra e aí temos “My way”:
https://www.youtube.com/watch?v=5AVOpNR2 PIs
Nos espectáculos ao vivo, que habitualmente acabavam com esta canção, Sinatra costumava dizer algo assim “Agora vou cantar o hino nacional mas não é preciso levantarem-se”.
E esta bela música é da autoria do Jacques Revaux, um ilustre desconhecido para quase todos.
É assim o poder da América.
🙂 Antonieta
Uma muito interessante conversa com Jacques Revaux:
https://www.youtube.com/watch?v=jyqqbB6k cwA
Uma boa noite para si
É bom não deixar morrer a memória dos grandes compositores e letristas da música popular. Inclusive dos portugueses, que tão esquecidos andam.
Pelo que percebi é dia de lhe dar um grande abraço e aqui vai ele!
De resto as minhas desculpas: pus-me a comentar o post com o Claude François (que morreu tão novo e de maneira tão impensável!) e não vi que logo abaixo estava o “Old blue eyes” e comentários bem a propósito da leitora Antonieta.
Olá rmg,
Agora prefiro a versão do Francis Albert, mas quando era bem novinha e comprava o ‘Salut les Copains’ e a ‘Mademoiselle Age Tendre’ tinha um fraquinho pelo Claude François e por esta canção que hoje me fez recordar des tas de choses.
E tem razão, ele teve uma morte horrível.
Antonieta
Boa tarde Antonieta
O ”Mademoiselle Age Tendre” nunca comprei mas talvez alguma namorada o comprasse, não me lembro.
O “Salut les Copains” comprava-o ali na Tabacaria “Canasta” da Praça de Londres.
Como tenho uma colecção “razoável” de música francesa dessa época tem sido sempre muito frequente perguntarem-me se tenho esta, é uma canção que como muito bem diz faz recordar des tas de choses a toda uma geração, a geração “pré-invasão inglesa”.
O Franciso Albert é um caso àparte no mundo da música, é extra-concurso.
Tudo o que ele cantou deixou uma marca tão clara que, quando ouço os grandes êxitos dele cantados por outros, mesmo inconscientemente acabo a
fazer a comparação.
Gostei muito da vossa troca de impressões. E um abraço grato pelo seus votos, caro RMG.