0 comentários em “As canções do século (1973)”

  1. É impressionante verificar, a décadas de distância, a qualidade polifónica, instrumental, vocal, visual, etc. etc… dos ABBA e das suas canções, em contraste com a banalidade de muita música de hoje. Mas o que mais me irrita é reconhecer agora quanta coisa me passou despercebida então… Mais ainda: perceber como tão depressa passou o tempo e passaram tantas coisas boas da vida “slipping through my fingers”… Valha-nos isto, Pedro, para as voltarmos a agarrar… Obrigado.

    1. Diz muito bem, JAB. Faz-me lembrar o título de uma novela (julgo que inédita) do Sttau Monteiro: ‘Agarra o Verão, Guida, agarra o Verão.’
      E o Verão escoa-se como grãos de areia na praia que se torna deserta.

    1. Certo, Cristina. Os ABBA resistiram às modas e à erosão do tempo. Algumas canções deles são hoje quase tão populares como naquela época.
      Os telediscos, de facto, são fraquinhos. Como alguns dos Beatles, aliás pioneiros também nisso, só nos fazem sorrir de troça. Mas a música deles não.

      1. Bem, naquela altura, os telediscos estavam na sua “pré-história”. É curioso verificar que Lasse Hallström, o conhecido realizador de filmes como “Gilbert Grape”, “Amor e Mentiras”, “Chocolat” e “Hachiko – Amigo para Sempre” realizou quase todos os videoclips dos ABBA, com técnicas muito rudimentares, como já vi num documentário. Foi uma espécie de treino para ele.

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