Uma das canções que me acompanha há mais anos, talvez há 55 anos, ainda há muito pouco tempo comprei “outra” versão técnicamente melhorada do Kingston Trio, nem sei se outros a cantaram.
Um colega meu de liceu cantava-a muitas vezes, acompanhando-se à guitarra, ouvi-lo com frequência fazia parte integrante dos rituais das festinhas de garagem do meu primeiro namoro.
Do namoro só ficou a memória da canção, mais nada. Não é verdade que não haja amor como o primeiro, o que não há é amor como o último.
Uma das canções que me acompanha há mais anos, talvez há 55 anos, ainda há muito pouco tempo comprei “outra” versão técnicamente melhorada do Kingston Trio, nem sei se outros a cantaram.
Um colega meu de liceu cantava-a muitas vezes, acompanhando-se à guitarra, ouvi-lo com frequência fazia parte integrante dos rituais das festinhas de garagem do meu primeiro namoro.
Do namoro só ficou a memória da canção, mais nada.
Não é verdade que não haja amor como o primeiro, o que não há é amor como o último.
Meu caro: está visto, pelo testemunho que aqui nos traz, que este tema não poderia mesmo faltar nas “canções do século”.
http://www.youtube.com/watch?v=y_srUMyVB Lc
“I beg your pardon”: canção daquele que é talvez o álbum da minha vida.