0 comentários em “As canções do século (1844)”

    1. Brel tem-nos acompanhado quase desde o início desta longa série, Isabel. Além de ‘Le Plat Pays’, já passou com estas:
      Ne me Quitte Pas
      Amsterdam
      La valse a mille temps
      Mathilde
      Quand on n’a que l’amour
      Au Suivant
      La chanson des vieux amants
      J’Arrive
      Tango Funèbre
      Les Bonbons
      Les Bourgeois
      Le Moribond
      Marieke
      E vai continuar. “Jusqu’ au bout”, como cantou Moustaki.

    1. Le plat pays… Le plat monde. Da Bélgica para o mundo. Uma canção única, incomparável. Há certos autores, certos cantores, certos intérpretes que são mesmo insubstituíveis. Brel é um deles. Partiu e nunca mais apareceu ninguém sequer parecido. E o que cantou soa-nos sempre a uma intemporalidade quase arrepiante. Qualquer das canções dele poderiam ser de ontem. Ou de hoje.
      Um abraço, Sérgio. E já gostei muito também de escutar o Brahms, ali mais em cima.

      1. Acho que provavelmente o que torna Brel tão especial é que ele não é apenas um cantor, um intérprete, é também um poeta.
        Um pouco como Chico Buarque, digo eu…

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