Brel tem-nos acompanhado quase desde o início desta longa série, Isabel. Além de ‘Le Plat Pays’, já passou com estas: Ne me Quitte Pas Amsterdam La valse a mille temps Mathilde Quand on n’a que l’amour Au Suivant La chanson des vieux amants J’Arrive Tango Funèbre Les Bonbons Les Bourgeois Le Moribond Marieke E vai continuar. “Jusqu’ au bout”, como cantou Moustaki.
Le plat pays… Le plat monde. Da Bélgica para o mundo. Uma canção única, incomparável. Há certos autores, certos cantores, certos intérpretes que são mesmo insubstituíveis. Brel é um deles. Partiu e nunca mais apareceu ninguém sequer parecido. E o que cantou soa-nos sempre a uma intemporalidade quase arrepiante. Qualquer das canções dele poderiam ser de ontem. Ou de hoje. Um abraço, Sérgio. E já gostei muito também de escutar o Brahms, ali mais em cima.
Acho que provavelmente o que torna Brel tão especial é que ele não é apenas um cantor, um intérprete, é também um poeta. Um pouco como Chico Buarque, digo eu…
J’adore…
(O Brel todo, mas le plat pays e la chanson des vieux amants de forma muito particular).
Brel tem-nos acompanhado quase desde o início desta longa série, Isabel. Além de ‘Le Plat Pays’, já passou com estas:
Ne me Quitte Pas
Amsterdam
La valse a mille temps
Mathilde
Quand on n’a que l’amour
Au Suivant
La chanson des vieux amants
J’Arrive
Tango Funèbre
Les Bonbons
Les Bourgeois
Le Moribond
Marieke
E vai continuar. “Jusqu’ au bout”, como cantou Moustaki.
Clap, clap, clap, clap, clap…
Agora de pé: clap. clap. clap…
Avec le fil des jours pour unique voyage…Et des chemins de pluie pour unique bonsoir…
Excelente começo de dia. Obrigado, Pedro.
Le plat pays… Le plat monde. Da Bélgica para o mundo. Uma canção única, incomparável. Há certos autores, certos cantores, certos intérpretes que são mesmo insubstituíveis. Brel é um deles. Partiu e nunca mais apareceu ninguém sequer parecido. E o que cantou soa-nos sempre a uma intemporalidade quase arrepiante. Qualquer das canções dele poderiam ser de ontem. Ou de hoje.
Um abraço, Sérgio. E já gostei muito também de escutar o Brahms, ali mais em cima.
Acho que provavelmente o que torna Brel tão especial é que ele não é apenas um cantor, um intérprete, é também um poeta.
Um pouco como Chico Buarque, digo eu…
Sim, Isabel. O paralelo faz sentido. Com ambos as palavras, só por si, ganham logo música.