8 comentários em “As canções do século (1740)”

    1. Viva, Carlos. Penso o mesmo mas quis prestar aqui uma homenagem à Amália no dia em que se assinala o 15º aniversário da morte dela. Teve que ser noutro idioma porque estas ‘canções do século’ são apenas estrangeiras. Quando esta série acabar (terminará no nº 2000), tenciono iniciar outra só com ‘canções do século’ portuguesas. Aí, sim, Amália marcará presença regular.
      Um abraço.

      1. Confesso que o aniversário da morte dela me passou ao lado. Em todo o caso, nunca é demasiado tarde para lhe render a devida homenagem.
        Quanto à série de ‘canções do século’ portuguesas, fico a aguardá-la.
        Abraço.

        1. Não vai ser fácil, Carlos. Têm de estar representados vários géneros de várias épocas. Esta das ‘canções do século’ tornou-se muito maior do que pensei à partida: começou a ser pensada para ter cem e acabará nas duas mil.

  1. Se a ideia era homenagear a Amália, o seu objectivo sai completamente frustado: esta péssima versão do Nearness, cheia de cordas delicodoces, não se suporta o cotejo com versões da Nancy Wilson, da Mary-Jo Statford, da Donna Hightower, …Isto para não referir versões doutras galácticas como as da Sarah Vaughan ou da Ella não esquecendo a, instrumental, do barítono Gerry Mulligan.

  2. Gosto da Amália. A voz não é corpórea, por isso é imortal. E que voz! Esta música transmite tudo o que uma excelente fadista consegue transmitir numa língua que não possui os acordes e a vibração tão característicos da guitarra portuguesa, por isso a interpreta tão bem. Saudade é bem uma palavra sem tradução…

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