14 comentários em “As canções do século (17)”

  1. Uma mulher fantástica, uma senhora desligada do passar dos anos. Sóbria no cinema, invulgar no uso da voz.
    O seu maior sucesso foi com ‘Guilty’ (1980), em dueto com Barry Gibb, um dos Brothers Gibb (Bee Gees), que escreveu e produziu o álbum para ela, a pedido da própria Barbra.

    1. Tenho tido os meus encontros e desencontros com Barbra Streisand (que há-de voltar cá). Mas, apesar de esta série estar centrada em canções e não em intérpretes, sublinho esta excepcional interpretação do tema do grande Stephen Sondheim, escrito para um musical de 1973. Logo neste ano, a canção começou a ser popularizada nas vozes do Sinatra e da Judy Collins e tornou-se desde então um ‘standard’ do jazz, o que lhe garantiu a consagração máxima. É uma belíssima balada que consegue comover até o mais duro de ouvido…

    1. “Send in the Clowns” foi interpretada originalmente em palco pela actriz britânica Glyins Johns. De facto, foi popularizada pela Judy Collins – e também pelo Sinatra – a partir de 1973. Mas optei por esta versão da Barbra Streisand, que achei excelente.

      1. Esta é a melhor versão porque ela contraria a regra da canção: terminar abruptamente as palavras finais de cada estrofe. E consegue tornar a canção ainda melhor.

        É que a canção foi escrita para uma cantora sem qualquer tipo de sustentação vocal.

        De qualquer forma, a voz dela aqui já está um pouco afectada pela idade. A versão em estúdio disto é muito mas mesmo muito boa.

        1. Exactamente, Adolfo. Do ponto de vista técnico, como sublinhas, é excelente. Optei por este registo ao vivo para intercalar com as versões de estúdio da maioria das canções anteriores: esta alternância será uma constante desta série.

  2. Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre me acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.

  3. Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.

    (Ana o vestido, reparei logo, é um must e assenta-lhe muito bem…)

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *