Uma mulher fantástica, uma senhora desligada do passar dos anos. Sóbria no cinema, invulgar no uso da voz. O seu maior sucesso foi com ‘Guilty’ (1980), em dueto com Barry Gibb, um dos Brothers Gibb (Bee Gees), que escreveu e produziu o álbum para ela, a pedido da própria Barbra.
Tenho tido os meus encontros e desencontros com Barbra Streisand (que há-de voltar cá). Mas, apesar de esta série estar centrada em canções e não em intérpretes, sublinho esta excepcional interpretação do tema do grande Stephen Sondheim, escrito para um musical de 1973. Logo neste ano, a canção começou a ser popularizada nas vozes do Sinatra e da Judy Collins e tornou-se desde então um ‘standard’ do jazz, o que lhe garantiu a consagração máxima. É uma belíssima balada que consegue comover até o mais duro de ouvido…
“Send in the Clowns” foi interpretada originalmente em palco pela actriz britânica Glyins Johns. De facto, foi popularizada pela Judy Collins – e também pelo Sinatra – a partir de 1973. Mas optei por esta versão da Barbra Streisand, que achei excelente.
Esta é a melhor versão porque ela contraria a regra da canção: terminar abruptamente as palavras finais de cada estrofe. E consegue tornar a canção ainda melhor.
É que a canção foi escrita para uma cantora sem qualquer tipo de sustentação vocal.
De qualquer forma, a voz dela aqui já está um pouco afectada pela idade. A versão em estúdio disto é muito mas mesmo muito boa.
Exactamente, Adolfo. Do ponto de vista técnico, como sublinhas, é excelente. Optei por este registo ao vivo para intercalar com as versões de estúdio da maioria das canções anteriores: esta alternância será uma constante desta série.
Esta canção é fabulosa e teve muitas e excelentes versões. Lembro, por exemplo, a de Sarah Vaughan, e esta (curiosíssima) da maravilhosa Judi Dench: http://www.youtube.com/watch?v=DEQrZzjXbnE&feature=fvsr. Mas fizeste bem em escolher esta, a voz da Streisand é um portento de interpretação. (e o vestido é outro portento)
Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre me acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.
Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.
(Ana o vestido, reparei logo, é um must e assenta-lhe muito bem…)
Uma mulher fantástica, uma senhora desligada do passar dos anos. Sóbria no cinema, invulgar no uso da voz.
O seu maior sucesso foi com ‘Guilty’ (1980), em dueto com Barry Gibb, um dos Brothers Gibb (Bee Gees), que escreveu e produziu o álbum para ela, a pedido da própria Barbra.
Tenho tido os meus encontros e desencontros com Barbra Streisand (que há-de voltar cá). Mas, apesar de esta série estar centrada em canções e não em intérpretes, sublinho esta excepcional interpretação do tema do grande Stephen Sondheim, escrito para um musical de 1973. Logo neste ano, a canção começou a ser popularizada nas vozes do Sinatra e da Judy Collins e tornou-se desde então um ‘standard’ do jazz, o que lhe garantiu a consagração máxima. É uma belíssima balada que consegue comover até o mais duro de ouvido…
Pedro
O que eu gosto dessa cançao, mas pensava que era da Judy Collins…
Nunca a tinha ouvido pela Barbra Streisand.
“Send in the Clowns” foi interpretada originalmente em palco pela actriz britânica Glyins Johns. De facto, foi popularizada pela Judy Collins – e também pelo Sinatra – a partir de 1973. Mas optei por esta versão da Barbra Streisand, que achei excelente.
Esta é a melhor versão porque ela contraria a regra da canção: terminar abruptamente as palavras finais de cada estrofe. E consegue tornar a canção ainda melhor.
É que a canção foi escrita para uma cantora sem qualquer tipo de sustentação vocal.
De qualquer forma, a voz dela aqui já está um pouco afectada pela idade. A versão em estúdio disto é muito mas mesmo muito boa.
Exactamente, Adolfo. Do ponto de vista técnico, como sublinhas, é excelente. Optei por este registo ao vivo para intercalar com as versões de estúdio da maioria das canções anteriores: esta alternância será uma constante desta série.
Sem dúvida, Pedro, esta versão de Barbra Streisand é excelente.
E fiquei a saber a história da canção.
Esta canção é fabulosa e teve muitas e excelentes versões. Lembro, por exemplo, a de Sarah Vaughan, e esta (curiosíssima) da maravilhosa Judi Dench: http://www.youtube.com/watch?v=DEQrZzjX bnE&feature=fvsr.
Mas fizeste bem em escolher esta, a voz da Streisand é um portento de interpretação.
(e o vestido é outro portento)
Melhor do que o da Sandra Bullock, descaído um pouco mais acima.
Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre me acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.
Ela há-de voltar cá com outras canções de que também gosto muito, Maria.
Gosto muito desta canção, Pedro e também gosto da interpretação da Barbara o que nem sempre acontece, aliás ,para ser sincera, tirando as vezes que a vi representar e cantar no cinema, não a ouço muito.
(Ana o vestido, reparei logo, é um must e assenta-lhe muito bem…)
É uma das melhores versões, sem dúvida. Esta mulher é um charme.
E tem um nariz bem interessante.