Obrigado por esta grata lembrança, meu caro. Esta série destina-se apenas a canções não-portuguesas mas é tempo de mesmo assim incluir nela a nossa Amália. Acontecerá em breve. Um abraço. Tenho muito gosto em vê-lo novamente nesta casa, que também é sua.
Foi o que saíu às duas e pouco da manhã …e foi também uma canção não portuguesa! Mas para a Amália pode-se pensar no “Ay! Mourir pour toi”, um fado-canção que o Aznavour escreveu para ela e de que já falámos aqui, se não me falha a memória.
Isto de estar cá pelo interior do país altera-me os hábitos que, ainda que na capital sejam saudáveis (4 horas a pé, almoço com amigos e/ou conhecidos, como sabe) por aqui são bem mais divertidos Hoje foi um motor de uma bomba hidráulica com uma resistência queimada porque uma das palhetas do impulsor se partiu (no arranque?) e baralhou aquilo, isto pela manhã. Pela tarde foi um “troiano” maluco que me impôs aqui uma série de operações no PC para me desfazer dele.
Claro que a menos de 200 mts tinha quem me resolvesse qualquer dos problemas sem grandes custos. Mas há que manter a capacidade de ír a (quase) todas…
Faz muito bem em manter essa actividade, tanto na cidade como no campo: esses hábitos saudáveis dão anos de vida a cada um de nós. O Aznavour é um bom exemplo. Chegou aos 90 em Maio e continua em plena actividade. Cantando, compondo, actuando nos mais diversos países. Esse tema, que ele dedicou a Amália, foi uma bela homenagem à nossa grande diva do fado. E também uma homenagem à música portuguesa.
https://www.youtube.com/watch?v=rbQ6n006 05o
Com um abraço , meu caro Pedro Correia
Obrigado por esta grata lembrança, meu caro. Esta série destina-se apenas a canções não-portuguesas mas é tempo de mesmo assim incluir nela a nossa Amália. Acontecerá em breve.
Um abraço. Tenho muito gosto em vê-lo novamente nesta casa, que também é sua.
Foi o que saíu às duas e pouco da manhã …e foi também uma canção não portuguesa!
Mas para a Amália pode-se pensar no “Ay! Mourir pour toi”, um fado-canção que o Aznavour escreveu para ela e de que já falámos aqui, se não me falha a memória.
Isto de estar cá pelo interior do país altera-me os hábitos que, ainda que na capital sejam saudáveis (4 horas a pé, almoço com amigos e/ou conhecidos, como sabe) por aqui são bem mais divertidos
Hoje foi um motor de uma bomba hidráulica com uma resistência queimada porque uma das palhetas do impulsor se partiu (no arranque?) e baralhou aquilo, isto pela manhã.
Pela tarde foi um “troiano” maluco que me impôs aqui uma série de operações no PC para me desfazer dele.
Claro que a menos de 200 mts tinha quem me resolvesse qualquer dos problemas sem grandes custos.
Mas há que manter a capacidade de ír a (quase) todas…
Faz muito bem em manter essa actividade, tanto na cidade como no campo: esses hábitos saudáveis dão anos de vida a cada um de nós.
O Aznavour é um bom exemplo. Chegou aos 90 em Maio e continua em plena actividade. Cantando, compondo, actuando nos mais diversos países.
Esse tema, que ele dedicou a Amália, foi uma bela homenagem à nossa grande diva do fado. E também uma homenagem à música portuguesa.