Muito bem escolhido, Pedro. Esse fantasma do nacionalismo não está exorcizado e é um perigo latente. Deveria ser exorcizado até que se descubra nele o imperialismo. O imperialismo sempre manobrou o nacionalismo para se esconder nele.
Do nacionalismo ao imperalismo vai um curto passo, caro da Maia. Como também vai do nacionalismo ao terrorismo. A história do século XX é fértil nessas lições. O problema é que não sabemos aproveitá-las. Por ignorância, nuns casos. Por desinteresse, em muitos outros. Por galopante estupidez, nos casos restantes.
A China, que há 2 200 anos arrumou de vez com os nacionalismos, há-de ensinar aos nacionalistas dos países europeus, onde podem enfiar o seu nacionalismo. Nessa altura, quando a Inglaterra e a França perceberem que têm a importância de um bairro de Xangai, pagarão com língua de palmo. Federação atlântica, já: Portugal, Angola, Cabo-Verde e Brasil.
É isso, Xico: num mundo globalizado nada ganhamos se não estivermos integrados num bloco de nações. De preferência nações com as quais tenhamos verdadeiras afinidades.
Muito bem escolhido, Pedro.
Esse fantasma do nacionalismo não está exorcizado e é um perigo latente.
Deveria ser exorcizado até que se descubra nele o imperialismo.
O imperialismo sempre manobrou o nacionalismo para se esconder nele.
Do nacionalismo ao imperalismo vai um curto passo, caro da Maia. Como também vai do nacionalismo ao terrorismo.
A história do século XX é fértil nessas lições. O problema é que não sabemos aproveitá-las. Por ignorância, nuns casos. Por desinteresse, em muitos outros. Por galopante estupidez, nos casos restantes.
A China, que há 2 200 anos arrumou de vez com os nacionalismos, há-de ensinar aos nacionalistas dos países europeus, onde podem enfiar o seu nacionalismo. Nessa altura, quando a Inglaterra e a França perceberem que têm a importância de um bairro de Xangai, pagarão com língua de palmo. Federação atlântica, já: Portugal, Angola, Cabo-Verde e Brasil.
É isso, Xico: num mundo globalizado nada ganhamos se não estivermos integrados num bloco de nações. De preferência nações com as quais tenhamos verdadeiras afinidades.