Curiosamente acabou por ter uma carreira internacional que a marcou muito , pois a sua versão inglesa “Paris , stay de same” (raio de nome …) celebrizou-se na banda sonora do filme “The love parade” realizado em 1929 por Ernest Lubitsch , cantada por Maurice Chevalier com aquele sotaque tão característico e que acabaria adoptado por tantos actores franceses sempre que falavam inglês …
Um filme curioso pois , para além de ser o primeiro filme de Jeanette McDonald e de ser também considerado o primeiro filme em que as canções tinham de facto algo a ver com a história contada , ajudou muito a safar as finanças da Paramount logo a seguir ao “crash” .
Por essa altura já Maurice Chevalier andava por Hollywood , onde se “estabeleceu” com algum sucesso quando do aparecimento dos filmes falados .
O cantor francês Patrick Bruel , que tem feito um esforço assinalável ao manter bem vivas estas canções dos anos 20 , 30 e 40 , nomeadamente com o seus espectáculos “Entre deux” (entre as duas guerras , entenda-se) tem uma versão actualizada bem interessante , com aquela voz meio rouca que o caracteriza .
Meu caro: obrigado, uma vez mais, pelas achegas que aqui nos trouxe. Confesso que desconhecia vários desses pormenores. Chevalier, que sempre foi uma figura muito celebrada em França, conheceu um período longo de popularidade nos EUA, logo no início do cinema sonoro e que se prolongou até metade da década de 30, designadamente pela sua participação em filmes da Paramount relizados por cineastas hoje quase lendários, como o grande Ernst Lubitsch. Teve um segundo fôlego – mais breve – como vedeta em Hollywood, no final dos anos 50 e primeiros anos 60, com musicais como ‘Gigi’ e ‘Can-Can’. Ainda me lembro da enorme comoção que rodeou a morte dele, aos 83 anos, no país natal. Só Edith Piaf o suplantou em popularidade como vedeta da canção popular francesa.
Uma canção “parisiense pura” .
Curiosamente acabou por ter uma carreira internacional que a marcou muito , pois a sua versão inglesa “Paris , stay de same” (raio de nome …) celebrizou-se na banda sonora do filme “The love parade” realizado em 1929 por Ernest Lubitsch , cantada por Maurice Chevalier com aquele sotaque tão característico e que acabaria adoptado por tantos actores franceses sempre que falavam inglês …
Um filme curioso pois , para além de ser o primeiro filme de Jeanette McDonald e de ser também considerado o primeiro filme em que as canções tinham de facto algo a ver com a história contada , ajudou muito a safar as finanças da Paramount logo a seguir ao “crash” .
Por essa altura já Maurice Chevalier andava por Hollywood , onde se “estabeleceu” com algum sucesso quando do aparecimento dos filmes falados .
O cantor francês Patrick Bruel , que tem feito um esforço assinalável ao manter bem vivas estas canções dos anos 20 , 30 e 40 , nomeadamente com o seus espectáculos “Entre deux” (entre as duas guerras , entenda-se) tem uma versão actualizada bem interessante , com aquela voz meio rouca que o caracteriza .
Meu caro: obrigado, uma vez mais, pelas achegas que aqui nos trouxe. Confesso que desconhecia vários desses pormenores.
Chevalier, que sempre foi uma figura muito celebrada em França, conheceu um período longo de popularidade nos EUA, logo no início do cinema sonoro e que se prolongou até metade da década de 30, designadamente pela sua participação em filmes da Paramount relizados por cineastas hoje quase lendários, como o grande Ernst Lubitsch. Teve um segundo fôlego – mais breve – como vedeta em Hollywood, no final dos anos 50 e primeiros anos 60, com musicais como ‘Gigi’ e ‘Can-Can’.
Ainda me lembro da enorme comoção que rodeou a morte dele, aos 83 anos, no país natal. Só Edith Piaf o suplantou em popularidade como vedeta da canção popular francesa.