A canção é de 1934 e ganhou o primeiro Óscar para a melhor canção original alguma vez atribuído no filme “The Gay Divorcee” , onde era cantada por Ginger Rogers .
O filme é baseado na peça da Broadway “The Gay Divorce” mas tiveram que acrescentar ali um “e” no fim por causa de problemas com a censura. A peça tinha muitas canções do Cole Porter mas no filme só ficou o “Night and Day” .
Esta versão do Sinatra é de 1964 e está num álbum só com canções premiadas pela Academia . Trata-se de um álbum da “Reprise Records” , editora fundada em 1960 pelo próprio Sinatra para ficar livre de imposições “artísticas” de outros editores . A “Reprise” tem edições muito interessantes , umas porque fogem ao lado comercial que esta actividade sempre tem (Watertown , Ol’ Blue Eyes is Back) e outras porque são momentos únicos como as fabulosas “Sinatra -Jobim Sessions” de 1979 .
Entre os poucos que comprei à medida que foram saíndo (a folga “financeira” ao tempo não era nenhuma e os discos eram comparativamente caros …) e os que ao longo dos anos fui descobrindo em lojas de 2ª mão e na Feira da Ladra tenho quase todos dessa última fase .
É uma belíssima canção cujo enquadramento fica aqui muito bem feito neste seu comentário, meu caro. Ouvi-a pela primeira vez precisamente nesse filme do inesquecível par Astaire-Rogers, salvo erro o segundo da série. Um dos segredos do sucesso desses filmes dos anos 30 estava nas suas magníficas partituras, saídas dos melhores compositores da época – um Porter, um Gershwin, um Berlin. São canções que ficam para sempre. Sinatra, como de costume, valoriza-a muito nesta versão.
A canção é de 1934 e ganhou o primeiro Óscar para a melhor canção original alguma vez atribuído no filme “The Gay Divorcee” , onde era cantada por Ginger Rogers .
O filme é baseado na peça da Broadway “The Gay Divorce” mas tiveram que acrescentar ali um “e” no fim por causa de problemas com a censura.
A peça tinha muitas canções do Cole Porter mas no filme só ficou o “Night and Day” .
Esta versão do Sinatra é de 1964 e está num álbum só com canções premiadas pela Academia .
Trata-se de um álbum da “Reprise Records” , editora fundada em 1960 pelo próprio Sinatra para ficar livre de imposições “artísticas” de outros editores .
A “Reprise” tem edições muito interessantes , umas porque fogem ao lado comercial que esta actividade sempre tem (Watertown , Ol’ Blue Eyes is Back) e outras porque são momentos únicos como as fabulosas “Sinatra -Jobim Sessions” de 1979 .
Entre os poucos que comprei à medida que foram saíndo (a folga “financeira” ao tempo não era nenhuma e os discos eram comparativamente caros …) e os que ao longo dos anos fui descobrindo em lojas de 2ª mão e na Feira da Ladra tenho quase todos dessa última fase .
É uma belíssima canção cujo enquadramento fica aqui muito bem feito neste seu comentário, meu caro. Ouvi-a pela primeira vez precisamente nesse filme do inesquecível par Astaire-Rogers, salvo erro o segundo da série. Um dos segredos do sucesso desses filmes dos anos 30 estava nas suas magníficas partituras, saídas dos melhores compositores da época – um Porter, um Gershwin, um Berlin.
São canções que ficam para sempre. Sinatra, como de costume, valoriza-a muito nesta versão.