Esta canção é das mais indiscutíveis do século. A voz e o violão de João Gilberto mudaram para sempre a forma de cantar e interpretar. Passou a era dos ‘crooners’, que cantavam para o fundo do salão, com a voz colocadíssima, chegou a era da bossa nova, em que o intérprete quase sussurrava ao ouvido de quem escutava. “Desafinado” (só de nome) antém hoje a frescura que tinha há meio século, quando nasceu da inspiração do genial Antonio Carlos Jobim.
E o que ele influenciou o jeito de cantar das gerações posteriores, Ana? Até o Sinatra gravou um disco a (tentar) cantar assim – um disco galardoado com um Emmy.
É verdade, João Gilberto é universal. A própria MPB (na versão bossa nova, sobretudo) é universal. E intemporal também.
MPB há-de passar bastante por aqui. Espero que gostes.
Lindo. A música brasileira é ‘aquela coisa’ que mexe connosco e…pronto, nada a fazer. Não há dúvida que João Gilberto é a grande referência do “Desafinado”, mas a minha versão inesquecível é a da Gal Costa, um pouco a fugir do tom baixinho que é típico da bossa nova. Por sinal, cadê essa mulher? Acabo de dar conta que nunca mais ouvi o Índia..
Afinadíssimo! MPB no seu melhor.
Esta canção é das mais indiscutíveis do século. A voz e o violão de João Gilberto mudaram para sempre a forma de cantar e interpretar. Passou a era dos ‘crooners’, que cantavam para o fundo do salão, com a voz colocadíssima, chegou a era da bossa nova, em que o intérprete quase sussurrava ao ouvido de quem escutava. “Desafinado” (só de nome) antém hoje a frescura que tinha há meio século, quando nasceu da inspiração do genial Antonio Carlos Jobim.
Tudo certo, nada mais a salientar a não ser a extrema doçura da voz de João Gilberto nesse sussuro tão (des)afinado. Fica-se logo rendido.
E o que ele influenciou o jeito de cantar das gerações posteriores, Ana? Até o Sinatra gravou um disco a (tentar) cantar assim – um disco galardoado com um Emmy.
É verdade, João Gilberto é universal. A própria MPB (na versão bossa nova, sobretudo) é universal. E intemporal também.
MPB há-de passar bastante por aqui. Espero que gostes.
Lindo. A música brasileira é ‘aquela coisa’ que mexe connosco e…pronto, nada a fazer.
Não há dúvida que João Gilberto é a grande referência do “Desafinado”, mas a minha versão inesquecível é a da Gal Costa, um pouco a fugir do tom baixinho que é típico da bossa nova.
Por sinal, cadê essa mulher?
Acabo de dar conta que nunca mais ouvi o Índia..
Também não sei nada dela há uns tempos, Chloé. Vou ver se a encontro. Depois trago-a cá.
Esteve em Portugal há pouquíssimo tempo. A voz já não é tão límpida e cristalina como era, o que é natural. Mas ainda vale bem a pena ouvi-la.
“Índia” é uma das canções da minha vida. Ouvi-a até o disco ficar riscado. Hei-de trazê-la aqui.
Excelente escolha, Pedro.
Ainda bem que gostou, Cristina.
“(…) no peito dos desafinados também bate um coração(…)” – Bentidas palavras, belíssima música.Pedro, está tudo dito….
É tudo excelente aqui, Maria. Letra, música, interpretação.
Não é um crooner, mas tem um sussurro de longo alcance 🙂
E de que maneira, Teresa. Foi escutado em todo o mundo e continua a ser escutado pelas mais diversas gerações.
Perfeita escolha…se ainda não assistiu, assista Os Desafinados vs
http://www.youtube.com/watch?v=sVp2gYV-z
Obrigado pela dica, Turmalina.