Bem me parecia que o mês não podia acabar sem uma “chanson” , não era coisa que se fizesse .
Não vem para aqui mas aproveito cá estar . Revi-me muito nos livros que ficaram a meio na minha vida porque a mesada não dava para o 2º volume e , quando finalmente dava , já não havia 2º volume …
Não sei se são docinhas as palavras nem se é tão queridinho . A mim não me parecem .
Mas como homem não é o tipo de “leituras” que alguma vez fizesse e como avô de netos adolescentes muito menos pois tenho que acompanhar minímamente os tempos sob pena de não manter as “pontes” com os citados netos . E o que eles ouvem não é nem docinho nem queridinho , como imagina …
Acontece que a , à minha modesta escala , sou um grande coleccionador e muito razoável conhecedor da música francesa do último século , muita da qual posterior a 1946 e portanto mais nova que eu (o que não me impede de conhecer bem outras músicas de outras origens).
E acontece ainda que o nosso caro Pedro Correia põe aqui uma canção francesa vai não volta e eu acuso sempre recepção , tornou-se já um hábito saudável . Se eu não disser nada no prazo de uma semana é porque morri ou estou xéxé de vez .
Como se dizia naqueles tempos em “gíria teen” de “festa de garagem”, esta era para “constituir família”… Grande canção de um cantor que passou ao lado de uma grande carreira.
Mas como cada coisa tem o seu tempo , prefiro a original , não é nem melhor nem pior mas o mundo era outro e eu próprio via a vida de outra maneira (se via …!). .
Bem me parecia que o mês não podia acabar sem uma “chanson” , não era coisa que se fizesse .
Não vem para aqui mas aproveito cá estar .
Revi-me muito nos livros que ficaram a meio na minha vida porque a mesada não dava para o 2º volume e , quando finalmente dava , já não havia 2º volume …
Abraço
… e que bela “chanson”, não é? Docinhas as suas palavras, tão queridinho …
Não sei se são docinhas as palavras nem se é tão queridinho .
A mim não me parecem .
Mas como homem não é o tipo de “leituras” que alguma vez fizesse e como avô de netos adolescentes muito menos pois tenho que acompanhar minímamente os tempos sob pena de não manter as “pontes” com os citados netos .
E o que eles ouvem não é nem docinho nem queridinho , como imagina …
Acontece que a , à minha modesta escala , sou um grande coleccionador e muito razoável conhecedor da música francesa do último século , muita da qual posterior a 1946 e portanto mais nova que eu (o que não me impede de conhecer bem outras músicas de outras origens).
E acontece ainda que o nosso caro Pedro Correia põe aqui uma canção francesa vai não volta e eu acuso sempre recepção , tornou-se já um hábito saudável .
Se eu não disser nada no prazo de uma semana é porque morri ou estou xéxé de vez .
Tem razão, RMG: está a tornar-se um hábito saudável. Em Agosto prometo mais.
A bientôt…
Um abraço
“Ma Vie” … faz-me tremer… estou a chorar, claro … sou uma mimalha, mas esta deixa-me mesmo baralhada …
Emoções fortes, Ilda. Esta série também serve para provocar isso. Porque muitas destas músicas fazem parte da banda sonora das nossas vidas.
Como se dizia naqueles tempos em “gíria teen” de “festa de garagem”, esta era para “constituir família”…
Grande canção de um cantor que passou ao lado de uma grande carreira.
Passou, Alexandre. Mas esta ‘chanson’ ficou. E não custa perceber porquê.
Quel beau cadeau!
Merci!
😉
antonieta
Je vous remercie.
uma daquelas canções de que se gosta, mas vá lá a gente lembrar-se do nome do interpréte… mU
qual tal esta…
http://www.youtube.com/watch?v=aE89OeM5n
Conheço-a muito bem, Carlos. O nome, na verdade, é que não é nada fácil de fixar.
Em 1997 ele editou uma sequela , um “30 years after” :
http://www.youtube.com/watch?v=B29oIr1A7 No
Mas como cada coisa tem o seu tempo , prefiro a original , não é nem melhor nem pior mas o mundo era outro e eu próprio via a vida de outra maneira (se via …!). .
De acordo, RMG.
Viiajei no tempo. Em 75, estudava eu em Paris e o Alain era presença nos tops musicais… boas lembranças 🙂
Devia ser bem pequenininha nessa altura, Custódia…
Nem tanto, nem tanto … apenas tenho bons genes 🙂