“Os silêncios são um ritmo, uma respiração. Acrescentam um significado suplementar ao que é dito. Eles ajudam a suportar a enorme violência do que é, por vezes, dito. Permitem continuar a proferir palavras. São o momento da troca de olhares.”
Pedro, escolheu uma exelênte canção para o nosso João. O João partiu demasiado novo, tenho muitas saudades dele e dos seus posts tão deliciosos. Tantas vezes, aqui mesmo, comentamos que o nosso ano de colheita era um ano de excelênte produção… “João, onde estiveres, espero que recebas um grande ramo de hortências dos teus queridos Açores. Um beijo”.
Belíssima homenagem. E eu, que neste momento estou a comemorar o aniversário de uma familiar que amo, aproveito e ergo um brinde ao João, (mesmo sem o ter conhecido pessoalmente, era “fã”), porque, afinal de contas, um dia nos encontraremos.
Permancer na memória daqueles que gostaram de nós é uma forma de ultrapassar os limites físicos da vida. Pode ser fraco consolo, mas é uma forma de vitória da amizade sobre a morte. Um abraço.
Muito obrigada, Pedro! Belíssima escolha, ainda melhor a homenagem e as palavras. Não consigo contar as vezes em que o ouvi cantar esta mesma canção, as vezes em que a ouvi também acompanhada pela sua viola. Transportou-me por momentos, para outros tempos, mais felizes. Gostava muito dela, sem dúvida. Como só sabe quem o conheceu muito bem. Este, foi um dia dolorosamente triste, com as lembranças, ainda frescas, de há dois anos, quando nos encontramos para festejar esta data, com a certeza de uma vitória. Aí, não faltaram palavras e havia abundância de risos e gargalhadas. Mas um homem excepcional, consegue ser grande nestes momentos. Gracejava em vez de chorar, acreditava em vez de desanimar. Levou consigo os sonhos, deixou-nos o exemplo e a generosidade. Creio que nunca terá percebido como foi extraordinário podermos partilhar da sua vida, podermos estar juntos cada segundo dos seus dois últimos anos. Estes, foram tão intensos, que duraram uma vida inteira. Ganhamos mais do que perdemos, só que ainda estamos perdidas no saldo.
A todos os Amigos que aqui deixou, vai o nosso imenso abraço. Foram absolutamente fundamentais.
Ganhamos muito mais que perdemos, Xanda: subscrevo inteiramente. Ficam-nos para sempre as saborosas memórias de encontros sem fim. Nomeadamente esse, tão caloroso, tão cheio de risos e sorrisos, que há dois nos juntou num belo apartamento entre o pinhal e o mar. Abraço retribuído para todos vós.
Se és omnisciente, como suponho que são todos os que ficam desse lado, sabes que eu gosto muito de ti e que tal como a Leonor e o Pedro sinto a tua falta no Delito. Beijo
“Os silêncios são um ritmo, uma respiração. Acrescentam um significado suplementar ao que é dito. Eles ajudam a suportar a enorme violência do que é, por vezes, dito. Permitem continuar a proferir palavras. São o momento da troca de olhares.”
Philippe Besson.
:'(
Muito bem pensado, muito bem dito, muito bem transcrito.
Pedro, escolheu uma exelênte canção para o nosso João.
O João partiu demasiado novo, tenho muitas saudades dele e dos seus posts tão deliciosos.
Tantas vezes, aqui mesmo, comentamos que o nosso ano de colheita era um ano de excelênte produção…
“João, onde estiveres, espero que recebas um grande ramo de hortências dos teus queridos Açores.
Um beijo”.
Era uma canção de que ele gostava, Virgínia. Também por isso a trouxe aqui.
O João fará sempre anos no nosso coração, Pedro! Faz-nos tanta falta.
Pois faz, Leonor. Tens toda a razão.
Belíssima homenagem. E eu, que neste momento estou a comemorar o aniversário de uma familiar que amo, aproveito e ergo um brinde ao João, (mesmo sem o ter conhecido pessoalmente, era “fã”), porque, afinal de contas, um dia nos encontraremos.
O João gostava de flores
http://olhares.sapo.pt/a-beleza-das-flor es-dos-acores-foto1604706.html
(roubada à Ana Cristina Silva que não se importará com certeza
Muito obrigado pela homenagem que aqui presta ao nosso João, Fátima.
Permancer na memória daqueles que gostaram de nós é uma forma de ultrapassar os limites físicos da vida. Pode ser fraco consolo, mas é uma forma de vitória da amizade sobre a morte.
Um abraço.
Belas e certeiras palavras, Carlos. Um abraço.
Muito obrigada, Pedro!
Belíssima escolha, ainda melhor a homenagem e as palavras.
Não consigo contar as vezes em que o ouvi cantar esta mesma canção, as vezes em que a ouvi também acompanhada pela sua viola. Transportou-me por momentos, para outros tempos, mais felizes.
Gostava muito dela, sem dúvida. Como só sabe quem o conheceu muito bem.
Este, foi um dia dolorosamente triste, com as lembranças, ainda frescas, de há dois anos, quando nos encontramos para festejar esta data, com a certeza de uma vitória. Aí, não faltaram palavras e havia abundância de risos e gargalhadas.
Mas um homem excepcional, consegue ser grande nestes momentos. Gracejava em vez de chorar, acreditava em vez de desanimar.
Levou consigo os sonhos, deixou-nos o exemplo e a generosidade.
Creio que nunca terá percebido como foi extraordinário podermos partilhar da sua vida, podermos estar juntos cada segundo dos seus dois últimos anos. Estes, foram tão intensos, que duraram uma vida inteira.
Ganhamos mais do que perdemos, só que ainda estamos perdidas no saldo.
A todos os Amigos que aqui deixou, vai o nosso imenso abraço. Foram absolutamente fundamentais.
Ganhamos muito mais que perdemos, Xanda: subscrevo inteiramente.
Ficam-nos para sempre as saborosas memórias de encontros sem fim. Nomeadamente esse, tão caloroso, tão cheio de risos e sorrisos, que há dois nos juntou num belo apartamento entre o pinhal e o mar.
Abraço retribuído para todos vós.
Se és omnisciente, como suponho que são todos os que ficam desse lado, sabes que eu gosto muito de ti e que tal como a Leonor e o Pedro sinto a tua falta no Delito. Beijo