10 comentários em “As canções do século (1240)”

  1. Lá no meu canto, comecei por escolher também esta mas, depois, achei que uma outra talvez lhe fosse mais devida como forma de lhe enviarmos ‘um adeus português’:

    http://umjeitomanso.blogspot.pt/2013/05/morreu-george-moustaki-e-de-um-portugal.html

    PS: A ver se amanhã vou comprar as suas vogais e consoantes (aparentemente mais politicamente incorrectas que o autor…:))

    1. Essa será sempre uma bela homenagem portuguesa a Moustaki. Não a trouxe aqui por já a ter trazido, como ‘canção do século’, na sua versão original, a do Chico Buarque (em co-autoria com o luso-moçambicano Ruy Guerra).
      Quanto ao livro, espero que goste. A ideia foi historiar e enquadrar – em linguagem legível, acessível, nada hermética – toda esta questão do AO, nos seus pontos essenciais.

    1. Também gosto muito, Fernando. Tal como gosto de ‘Le Méteque’, ‘Sans la Nommer’ e ‘Joseph’, por exemplo: já as trouxe todas aqui. E de outras, como ‘En Mediterranée’. E de ‘Milord’, que ele compôs para a Piaf (também já foi canção do século).
      As canções são como as palavras que são como as cerejas.

  2. A melhor escolha possível pois este é o genuíno Moustaki , o do sentimento e o da vida intensamente vivida .

  3. No meu blogue também escolhi “Ma liberté”, tal como o comentador anterior, que é talvez, juntamente com “Le Mètèque” a que considero mais emblemática.
    Mas, no fundo, todas nos marcaram num certo tempo e de certa maneira. E tanto, que hoje ainda sei todas as letras de cor.

    Isabel Mouzinho

      1. “…et nous ferons de chaque jour,
        toute une etérnité d’amour
        que nous vivrons à en mourir”

        o que é que há mais bonito do que isto?

        Passei o final do verão de 1969 em França, e Le Métèque, era um verdadeiro hino.

        Semana triste esta: morreram Manzarek e Moustaki, cada um deixando em nós a sua marca à sua maneira.

        1. Lembra bem, Alexandre: dois grandes nomes da música popular partiram num intervalo muito curto. Duas figuras muito carismáticas que souberam criar temas que nunca morrerão.

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