Ponho muito em causa a veia inspiradora destes ídolos, sobretudo quando é injectada de produtos artificiais, que lhes proporciona chegar mais além. Tipo Lance Armstrong , mas neste caso na música e não no desporto.
Devido aos tais artificialismos quase toda essa fornada de músicos e cantores desapareceu cedo,cedo de mais.Com muitos tropeções aguentam-se ainda Keith Richards,Clapton,David Crosby,outros.Desde sempre houve boa música sem pòzinhos de perlim-pim-pim e consumo destes sem sair nada que prestasse.Beethoven bebia os seus copitos,mais pelas agruras no fim da vida.Foi moda associar criatividade e drogas.Moda que se transmitiu aos ouvintes.Estes,no meu tempo,declaravam-se incapazes de prazer estético sem pós ou fumos.No meu caso, continuo a deliciar-me com toda essa música pré ou pós-Woodstock e nunca senti impulsos de me ir aboborar.Sou ouvinte fiel.
Claro que merece, Carlos. O Santana só não passou ainda por aqui porque esta é uma série vocal, não instrumental. Mas ainda hei-de ponderar numa outra, só com música instrumental, para passarem por cá o Santana, o Piazzolla, o Egberto Gismonti, o Ravi Shankar, o Rodrigo Leão e vários outros.
Agora fiquei com vontade de ir limpar o pó à Fender e tocar “Purple Haze”…
Se fizer isso faz muito bem, CeC. Apetecia-me fazer o mesmo. Infelizmente tenho os meus vinis à distância.
Ponho muito em causa a veia inspiradora destes ídolos, sobretudo quando é injectada de produtos artificiais, que lhes proporciona chegar mais além. Tipo Lance Armstrong , mas neste caso na música e não no desporto.
Devido aos tais artificialismos quase toda essa fornada de músicos e cantores desapareceu cedo,cedo de mais.Com muitos tropeções aguentam-se ainda Keith Richards,Clapton,David Crosby,outros.Desde sempre houve boa música sem pòzinhos de perlim-pim-pim e consumo destes sem sair nada que prestasse.Beethoven bebia os seus copitos,mais pelas agruras no fim da vida.Foi moda associar criatividade e drogas.Moda que se transmitiu aos ouvintes.Estes,no meu tempo,declaravam-se incapazes de prazer estético sem pós ou fumos.No meu caso, continuo a deliciar-me com toda essa música pré ou pós-Woodstock e nunca senti impulsos de me ir aboborar.Sou ouvinte fiel.
Digo o mesmo.
guitarrista como este, já desistimos de encontrar igual.
este outro aqui, então, será um mero admirador, mas também merece ser lembrado por algumas coisitas que fez, como esta:
http://www.youtube.com/watch?v=XdmevPWZT Rg
Claro que merece, Carlos. O Santana só não passou ainda por aqui porque esta é uma série vocal, não instrumental. Mas ainda hei-de ponderar numa outra, só com música instrumental, para passarem por cá o Santana, o Piazzolla, o Egberto Gismonti, o Ravi Shankar, o Rodrigo Leão e vários outros.