Arte Contemporânea


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Apanho esta fotografia no FB, em mural alheio. A gente (eu sou antropólogo, e há os “primos”, colegas de outras disciplinas, que vão na mesma) adora aquilo dos artigos (os hiper-patetas dizem “papers“, julgam-se melhores, mais credenciados se balbuciarem assim). Mas, de facto, que melhor “artigo” (ou “paper“) poderá haver do que esta fotografia como “etnografia analítica” do estado da arte da “arte contemporânea” e da “política contemporânea”? Título da obra?: “o epifenómeno Sousa”, autor desconhecido.

0 comentários em “Arte Contemporânea”

  1. Uma Rosa de onde emergem punhos fechados? Faz-me lembrar aqueles casulos do filme Alien. Ou então o novo simbolo da geringonça, embora no chão se vejam alguns punhos caidos. Serão Assis e Sérgio Sousa Pinto, mais Álvaro Beleza?

    PS: Eu digo “papers”, ou ” abstracts”

    1. Também se me afigurava que V. diria, “tem aspecto” por assim dizer. Entenda-se, cada um como cada qual. Ainda assim, julgo que o desenvolvimento do país, e dos seus profissionais intelectuais, seria bem potenciado se toda essa comunidade psitaciforme, infectada pelo vírus paperístico e pela demência abstractis fosse encerrada nas Selvagens e nas Berlengas, ficando sob dieta estrita de guano cru, que a própria teria que recolher.
      Quanto àqueles funcionários públicos (e privados) que ainda por cima arengam “timetable” deveriam ser, cumulativamente, alvo de castigos corporais, a vulgar chambocada. A minoria que fala em “peers” essa deveria ser executada, empalada em praça pública para exemplo popular.

      1. Saiba que que me custou a entender onde queria chegar com a sua proposta para título da obra: não alcancei de imediato o sentido daquele apelido. Limitação minha e grande, dirá.
        Mas também saiba que não concordo com execuções. Quanto ao resto, tudo bem.

      2. Que tratamento recomenda para “abordagens holísticas” e “análises compreensivas”?

        PS: só percebi que a obra de arte era uma rosa de punhos fechados pelo comentário…

  2. Punhos cinzentos arguem a veneranda figura embasbacada.Mas tudo frágil,preso por guitas. Não se vislumbram poias de artista,que as há, enlatadas ou em fofura de algodão.

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