
Os futebolistas que participam no Campeonato do Mundo também vão ajoelhar em memória dos imigrantes que morreram para construírem os estádios do Catar onde eles agora jogam?

Os futebolistas que participam no Campeonato do Mundo também vão ajoelhar em memória dos imigrantes que morreram para construírem os estádios do Catar onde eles agora jogam?
Isso pouco ou nada interessa. Se fosse um país do ocidente a conversa seria logo outra mas não é…
É um país do acidente. Mortal, em milhares de casos.
Quantos trabalhadores da construção civil terão morrido na construção do estádio de Alvalade, que o Pedro frequenta e no qual entra sem se ajoelhar?
Candidata-se a comentário mais imbecil do mês. E garanto que tem forte concorrência: outros comentários seus.
O Pedro Correia já lhe respondeu há letra mas fique sabendo que da minha parte só sinto nojo de pessoas como você que têm bons exemplos sobretudo os que vêm de cima.
“respondeu há letra” Este anónimo é analfabeto. Eu não.
Não tenho jeito para tirar cursos ao Domingo.
Quem desvaloriza os mortos e feridos e incapacitados gerados pela megalómana construção de sete estádios (e reabilitação de um oitavo) na ditadura do Catar, com temperaturas superiores a 40 graus, sem horários de trabalho e passportes apreendidos, tirou curso de Idiota na Universidade Farinha Amparo.
A construção do estádio de Alvalade também terá, calculo eu, custado alguns mortos e feridos. Também foi megalómana (Milão tem um só estádio para dois clubes maiores que o Benfica e o Sporting). As temperaturas em Lisboa também ultrapassam os 40 graus. E também houve passaportes apreendidos em Portugal (a ucranianos que para cá foram trazidos por volta do ano 2000).
Você anda cada vez mais biruta.
“Calcula” que morreram pessoas na construção do estádio José Alvalade e mistura isso com os ucranianos que vieram para as obras na década de 90, baralhando factos, cronologia, etc.
Feique niús é consigo. Talvez por dormir sempre sem pijama.
La Gran Recesión en perspectiva histórica:
implicaciones y posibles alcances
Entre 1970 y 2008 el mundo sufrió 124 crisis bancarias sistémicas, 208 crisis monetarias, 63 crisis de deudas soberanas, 42 crisis gemelas, 10 crisis triples y una recesión económica global cada diez años
«o freguês que se segue»
Ajoelharam?
Não vão ajoelhar. A hipocrisia e cobardia do politicamente correcto não deixam. Só é permitido humilhar e denegrir o mundo ocidental o tal, para onde metade da população mundial quer emigrar.
Protestos dos jogadores do Irão: recusaram cantar o hino. E os iranianos presentes no estádio vaiaram a ditadura dos aiatolás. 22/11/21/637b7d1022601d40748b4581.html
https://www.marca.com/futbol/mundial/20
Primeiro momento “político” do Mundial.
É uma excelente ideia não vender bebidas alcoólicas em redor do estádio. Por cá continuamos a gostar de ver os bêbados no estádio.
É interessante ver os entusiastas da ditadura catariana que hoje aqui aparecem. Alguns mereciam um bilhete para lá. Só de ida.
As claques de futebol do futuro vão ser constituídas por Indianos, Nepaleses e Paquistaneses.
Já estão a ser treinadas lá. Com bandeirinhas da treta, compradas na loja dos trezentos lá da terra.
Vamos ver se aparece alguém além dos muitos corajosos iranianos mas se não aparecer esqueçamos isso.
Acredite: é mesmo preciso coragem para fazerem aquilo, com centenas de milhões de pessoas a ver.
Vi há muito um comentário televisivo onde falava da falta de condições dos emigrantes.
Não creio que seja plausível 6.500 mortes. Já ouvi e li entre 50 e 15.000. Acho provável terem morrido uma ou duas centenas, o que é sempre de lamentar mortes.Mesmo assim já são muitas pessoas.
A Organização Internacional do Trabalho menciona cerca de 500 mortos entre 2010 e 2020 – média de 50 por ano. Além destes, contam-se milhares de feridos muito graves, grande parte dos quais ficaram com incapacidade permanente.
O Pordata diz que em Portugal, de 2010 e 2020, ocorreram 1671 mortes em acidentes de trabalho — uma média de 167 por ano. Não seria melhor que os outros povos nos boicotassem veementemente?
Eu preferia que não nos viessem visitar e que não viessem para cá viver. Gostava que Lisboa voltasse a ser dos lisboetas e ter as casas e a minha cidade a preços normais.
Então Portugal e Catar é a mesma coisa?
Quantos imigrantes forçados, com passaportes apreendidos, morreram durante a construção dos estádios portugueses para o Euro-2004?
Temos muita gente que pensa como os árabes — brutos e mentirosos. Mas não é isso que quero dizer.
O que quero dizer é que se os nossos motivos para criticar o Qatar e boicotar um evento é meramente os seus números de acidentes de trabalhos e más condições de trabalho… o que dizer ou fazer a quem tem números piores?
Há com certeza muitos motivos para boicotar o Qatar mas estatísticas não sei se é um deles. É só isto que quero dizer. E parece-me mal que o PR atire “sim, mas” quando é presidente de um país com números piores. Fico com a sensação que há outra coisa por trás desta “polémica” — uma polémica que não se cansam invocar e tentar materializar na TV por motivos pouco claros.
Há todos os motivos para boicotar o Mundial catariano.
Desde o código penal que prevê até 15 anos de prisão para relações extraconjugais até ao financiamento do terrorismo internacional.
Ok isso já me parece indicado.
Seria uma excelente iniciativa, infelizmente pelos piores motivos.
Já que estamos em whataboutisms, e o que Putin anda a fazer na Ucrânia?
Putin na Ucrânia? Nunca lá pôs sequer a ponta de um pé. Abriu uma frente de guerra com mais de mil km e jamais se aproximou dessa zona quente. Está bem resguardado na bolha do Kremlin. Um “herói”.
Zelenski dá lições de coragem física e anímica todos os dias a esse poltrão.
“dá lições de coragem física e anímica todos os dias a esse poltrão.” Sim, mas como dizia o outro é preferível ser poltrão por uns minutos (ou horas ou dias) do que defunto toda a vida.
O cobarde Putin já é defunto ainda em vida.