Com o entusiasmo em torno da vitória do Syriza, há quem tenha começado a aprender grego. Eu já sei duas palavras: Peristera Batziana.
Com o entusiasmo em torno da vitória do Syriza, há quem tenha começado a aprender grego. Eu já sei duas palavras: Peristera Batziana.
“Batziana joined the Communist Youth party before Tsipras; indeed, she reportedly encouraged him to join.”
E têm um filho de nome Ernesto, consta que em homenagem a Guevara (o Che), um tipo longe de santo, mas santificado pelo politicamente correcto.
Um país nas mãos do desespero…
Costa
Pode ser vermelha, mas não é encarnada. É adepta do Panathinaikos, o Sporting grego.
Batziana, não balzaquiana.
De repente até me parecia a Marisa Matias.
Pode vê-la aqui, embora noutras companhias: oads/2014/06/louça-e-rui-tavares.jpg
http://passapalavra.info/wp-content/upl
A cara do Rui Tavares… “Hello, gorgeous… How do you say it in greek?” 😛
Tá. Vá ares.
Que povo poderia ter mais afinidade com o Syriza e o seu top couple, do que os portugueses, que todos os dias se vêm gregos para conseguirem, por exemplo, uma consulta médica num qualquer centro de saúde ou hospital do país? Podemos não saber o significado de καλημέρα , mas que somos uns pobres calimeros Infelizes e injustiçados, principalmente os idosos, que trabalharam uma vida para ganharem tudo menos qualidade…
Vemo-nos gregos, sim. Nunca a expressão me pareceu tão apropriada do que nestes dias em que ouço tanta gente dizer “Je suis Syriza”.
Namoram desde os 13 anos de idade, já lá vão 27 anos. Um belo modelo familiar. Há muitos conservadores que andam por aí a pregar os valores familiares mas que não chegam aos calcanhares deste par.
Aquelas flores de um lado e de outro (para não falar do resto) não serão consideradas blasfemas e uma provocação?
Nem vi as flores. Só o decote, que me pareceu blasfemo. Graças a Deus.