Apelo ao consenso e ao sentido patrióticoRui Rocha, 06.06.2014 Há momentos em que é preciso pôr as diferenças para trás das costas. Estou profundamente convencido de que Portugal não está em condições de juntar novos factores de instabilidade à grave crise económica e social em que está mergulhado. Neste contexto é essencial alcançar um consenso alargado que garanta que, quaisquer que sejam as convicções e as opções de cada um, serão adoptadas medidas que permitam ao país superar com sucesso os enormes desafios que se avizinham. Estando em causa os mais altos interesses da Nação, é esta a dimensão do esforço patriótico que se exige. A verdade, amigos, é que desta vez, para lá de todos as diferenças que possam existir, só lá vamos se for possível promover uma actuação concertada entre o Bruxo de Fafe, o Padre Fontes de Vilar de Perdizes e o João César das Neves.
Depois desta provocação do Demónio da Quarta-Feira ganês, os exorcistas nacionais dirão com toda a gana: “Vão se ver negros para nos ganhar!” Responder
Depois desta provocação do Demónio da Quarta-Feira ganês, os exorcistas nacionais dirão com toda a gana: “Vão se ver negros para nos ganhar!”
O “nosso homem de Fafe” já está a tratar do ganês. Esse “demónio” não perde pela demora…