Aos demagogos do desemprego (4)


André Couto,

Não viro a cara a uma boa polémica. A discussão, em especial a política, é um bom condimento, entre outros, a ter na vida. Com este princípio respondi-lhe, Luís Naves.

Se enumerei apenas um dos seus textos foi porque esse tinha o link para o primeiro a que se refere e que li. Sabe bem disso porque lhe respondi também a esse.

Ademais diz, e com razão, que não me acusou de demagogia. É verdade, acusou de leviandade. Respondi-lhe ao texto com nova sugestão de demagogia e justifiquei. Dou-lhe vários argumentos e se fizer as contas enumerei bem mais argumentos ditos factuais que o Luís. Se questões de fé aqui existirem, não serão certamente (apenas) minhas.

Já critiquei neste blog como noutros a atitude de muita gente ligada ao PS. Nesse campo nada tenha a provar.

Não preciso de visitar um centro de emprego porque sei o que lá se passa. Se há coisa de que me orgulho nas disputas políticas é a de ter uma espinha dorsal ideológica ligada às preocupações sociais. Relembro que toda esta polémica, que o Luís apanhou a meio, nasceu porque houve uma comparação entre 2005 e 2009 e apenas aí trouxe a demagogia. Jamais me mostrei agradado ou elogiei a situação actual.

Tenho pena que não me responda mas isso é naturalmente uma opção sua. Eu compreendo.

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