Acho a musica muito romântica para negócios. De negócios falando, aquele aperto de mão parece mesmo coisa de quem esta a fechar um. Estranho, pois eles estão em 3º lugar na corrida à ANA. Querem ver que acordaram em mudar as regras e o 3º passa a 1º, no conforto de um aperto de mão.
Divinal! Com as expressões a condizer. Ele, na sua pose de bardo; ela, passando do sorriso simpático à perplexidade, acabando com aquele ar interrogativo. Depois, no aperto de mão, agradece, diplomática.
Cantas gut aber não me alegras
Er macht was é posível.
eheheheh, boa malha!
Ó Rui ainda te convidam para escreveres um guião para o segundo filme Marcelo…
Creio que depois deste o Marcelo vai imitar o Cousteau. Vai fazer um documentário sobre as taínhas do Tejo.
Beautiful…still love you…those nights we cried…whisper in your ear…e a nossa primeira dama sabe disto???
Não se pode cercear a queda artística do Presidente, Maria.
rerere, estes balõezes, RR, eheh
Tá bem, meu, let´s rolling on the river:
http://www.youtube.com/watch?hl=en&hl=en&v=brdqJ29PQac
All the way down.
:)))
Canção do século.
Aqui interpretada pelo Rouxinol de Belém.
Fantástico como sempre! Ainda que esta canção mereça outros personagens…uns mais queridos, sei lá!
Anabela
Vale pelo esforço do intérprete, Anabela. Terá notado que há ali um momento em que o Presidente tenta imitar a posição dos lábios do Jagger…
sympathy for the devil?
He is not a man of wealth and taste.
d-i-v-i-n-a-l! Desconhecia os dotes de bardo do nosso presidente…
Que, em todo o caso, continua a ser plácido aos domingos.
Falta o último quadro! Aquele em que ela responde: “I can’t get no satisfaction” “‘Cause I try and I try and I try and I try”
Isso já seria um best of.
Acho a musica muito romântica para negócios.
De negócios falando, aquele aperto de mão parece mesmo coisa de quem esta a fechar um. Estranho, pois eles estão em 3º lugar na corrida à ANA.
Querem ver que acordaram em mudar as regras e o 3º passa a 1º, no conforto de um aperto de mão.
Já se sabe que os últimos são os primeiros…
Divinal! Com as expressões a condizer. Ele, na sua pose de bardo; ela, passando do sorriso simpático à perplexidade, acabando com aquele ar interrogativo. Depois, no aperto de mão, agradece, diplomática.
E é imaginar a cantiga pela voz do Cavaco…
Aníbal Cavacotti.
P.S. Vou enviar o link ao meu marido, de surpresa, para ele se rir amanhã, no escritório (para quem não sabe, ele é alemão 😉
Sirva-se à vontade, Cristina.