A minha memória é caprichosa, não se deixa enganar ou seduzir pelas minhas instruções. Guarda o que lhe apetece, algumas vezes em segredo, muitas vezes contra a minha vontade. É ela, não eu, que escolhe o que me faz regressar ao ouvir o primeiro acorde ou ao ver primeira imagem. Esta é uma série que lhe é dedicada. Não à minha memória, que não merece, mas ao sítio para onde regresso quando lhe obedeço.

Grande novela e grande genérico! Devo ter perdido muito poucos episódios.
Foi a última telenovela que segui com entusiasmo do princípio ao fim.
Era a época das novelas de qualidade, Teresa. Ou talvez ainda haja algumas assim, eu é que entretanto perdi a paciência para histórias servidas a conta-gotas. Há um tempo para tudo.
Houve uma época de séries, todas boas. Depois as séries adormeceram. E agora regressaram, há imensas e boas. Com as novelas pode ser que aconteça o mesmo!
Ahhhh, o grande Beato Salú!!!!!
“Meu filho Roque veio montado no rabo da estrela!!!!!”
Saudades do grande Zé das Medalhas! E do cego Jeremias e seu ajudante Tiquinho!
Ehehehe … eu nem sou nada apreciador de novelas, mas essa ainda achava alguma piada.
O Roque Santeiro tem essa característica: juntou toda a gente, mesmo os que não viam novelas. Novela por novela eu prefiro o Vale Tudo mas é esta que me faz regressar à infância..
Dona Pombinha, eterna saudade.
-Posso penetrá?
-Já penetrô, né?
Adolfo, gosto muito desta série sobre a memória. A memória é o meu país preferido.
E como qualquer um, tem de ser constantemente defendido…
Ui, que belos tempos! Fantástica novela, antológicas personagens e interpretações. Excelente visita ao baú da memória.
Hoje talvez nada daquilo fizesse sentido mas a verdade é que o país parou para ver isto..
Provavelmente a melhor telenovela brasileira de sempre. E com um elenco de luxo, irrepetível.
Isso já não sei, que sempre preferi histórias urbanas. Mas esta vai directa à minha infância…