A Maria Inês de Almeida estava muito satisfeita – e tinha bons motivos para isso. A sessão de lançamento do seu livro sobre Amália Rodrigues – quando a obra já vai na segunda edição – foi um sucesso. Sei do que falo: acabo de vir de lá. Sala cheia, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa, para esta apresentação da obra, a cargo de Herman José, que lembrou vários episódios da vida de Amália com o bom humor que lhe conhecemos. Lá vi gente da política, como Miguel Relvas e Nogueira Leite. E do jornalismo, como Bessa Tavares e Ribeiro Cardoso. E do espectáculo, como Jorge Fernando (que foi guitarrista de Amália), Júlio César e a bela Ana Moura. E, claro, também gente da blogosfera, como o Duarte Calvão, o Nuno Ramos de Almeida e as nossas Cristina Ferreira de Almeida e Teresa Ribeiro. O Corta-Fitas, onde a Maria Inês milita, compareceu em peso (Francisco Almeida Leite, Luís Naves, Nilton…). Manuel Fonseca, o editor da Guerra & Paz, tem motivos para estar satisfeito: Os Meus 30 Anos com Amália, relatos de Estrela Carvas (que foi secretária da diva do fado) passados à escrita pela Maria Inês, reúne todos os ingredientes para ser um sucesso. Convém sublinhar que Amália Rodrigues morreu há quase dez anos – assinalam-se a 6 de Outubro. Como o tempo passa…


O Ribeiro Cardoso ainda “anda por aí”?
Reconheci-o logo pelo bigode.
Ainda é baixinho com bigode? Qualquer dia começa a usar gravatucha monocromática de seda.
Querido Pedro
Obrigada por lá teres estado. Adorei este teu “apanhado”.
Beijinhos
MI
Nada que agradecer, Inês. Desejo que o livro tenha o sucesso que esta sessão deixou antever (e o facto de ir já na segunda edição indicia).
Beijinho
Já se disse, e escreveu, tudo sobre o que se sabe de Amália Rodrigues.
Porém, Amália, rara «encarnação» da alma de Portugal, não se escreve e não se diz.
Amália somos todos nós, os portugueses…
Negociar à custa de Amália, é vender a alma ao diabo.
Conheci pessoalmente Amália. Embora ainda criança, logo vi que Amália esta em nós, somos nós. Amália, como qualquer um de nós, não devia ser objecto de mercado…lucro, interesse nonetário . Amália é, também, o nosso “grito” e os gritos, afectos, silêncios…não se vendem nem se compram…
Li hoje este maravilhoso livro…e ainda estou maravilhada…Como eu que amo Amália, este livro foi um asurpresa maravilhosa . Confesso que tenho assim o bichinho da inveja de não ter privado com essa grande senhora …mas com este livro deu para perceber muita coisa da vida de Amália que desconheciamos…
Bem hajam…
Ana Mestre