Tem algo de um dos meus ídolos da juventude, Bruce Lee, que também não era bonito, mas movia-se sinuosa e rapidamente, movimentos esses que o cinema fazia acompanhar daquele som vvvt vvvt que provocava arrepios. É qb, para ser atraente e merecer o destaque .
Sempre embirrei com o indivíduo. Comecei a embirrar quando o vi, há uns quinze anos, excelente no magnífico A Bittersweet Life; continuei a embirrar quando o vi, anos depois, magnífico no excelente – e completamente depravado – I Saw The Devil; e até senti alguma irritação quando tropecei nele em alguns filmes menores de Hollywood (Terminator Genesys, Reds 2, etc). Assumo: não consigo evitar um pequeno ressentimento contra esta gente que parece ter sido totalista do Euromilhões genético.
(E a irmã do rapaz foi uma das candidatas a Miss Coreia. Raio de família: os pais devem ter feito um pacto com o Diabo.)
Agora a sério: aqueles que quiserem passar por cima da superficialidade da aparência e perceber o talento dele devem procurar a sua filmografia coreana. Hollywood, dá-me a impressão, não sabe muito bem o que fazer com os actores e realizadores que vão da Ásia com carreiras já feitas.
Obrigada pelas suas informações. Infelizmente, não tenho andado muito atenta a cinema, mas já tenho lido que certos filmes da Coreia do Sul valem mesmo a pena.
Por acaso, vi este actor recentemente no RED 2. Não que aprecie este género de filmes, mas o marido estava empenhado em vê-lo e eu, nesse dia, acompanhei, cansada de escrever no computador. Lee Byung-hun chamou-me a atenção e animou-me a ver o filme até ao fim. Apesar de interpretar um papel menor, encheu o ecrã de charme e deu dinâmica ao enredo que se arrastava entre um Bruce Willis a parodiar os seus papéis de antigamente e um John Malkovitch com pouca vontade de ali estar.
Pois é, isso de ir para Hollywood deve entusiasmar qualquer actor, mas de facto é pena ver bons profissionais reduzidos a meros animadores de serviço.
A Cristina viu o Diabo
Não me diga que você nunca viu.
Daquele modo, não.
Cada um com os seus diabos.
Tem algo de um dos meus ídolos da juventude, Bruce Lee, que também não era bonito, mas movia-se sinuosa e rapidamente, movimentos esses que o cinema fazia acompanhar daquele som vvvt vvvt que provocava arrepios. É qb, para ser atraente e merecer o destaque .
Lee? Hum! Acho que este Lee não é o mesmo que está a pensar, Dulce.
Pois claro que não é. Eu escrevi, “tem algo de”… o mítico faleceu há mais de 40 anos, Zacarias.
Sempre embirrei com o indivíduo. Comecei a embirrar quando o vi, há uns quinze anos, excelente no magnífico A Bittersweet Life; continuei a embirrar quando o vi, anos depois, magnífico no excelente – e completamente depravado – I Saw The Devil; e até senti alguma irritação quando tropecei nele em alguns filmes menores de Hollywood (Terminator Genesys, Reds 2, etc). Assumo: não consigo evitar um pequeno ressentimento contra esta gente que parece ter sido totalista do Euromilhões genético.
(E a irmã do rapaz foi uma das candidatas a Miss Coreia. Raio de família: os pais devem ter feito um pacto com o Diabo.)
Agora a sério: aqueles que quiserem passar por cima da superficialidade da aparência e perceber o talento dele devem procurar a sua filmografia coreana. Hollywood, dá-me a impressão, não sabe muito bem o que fazer com os actores e realizadores que vão da Ásia com carreiras já feitas.
Obrigada pelas suas informações. Infelizmente, não tenho andado muito atenta a cinema, mas já tenho lido que certos filmes da Coreia do Sul valem mesmo a pena.
Por acaso, vi este actor recentemente no RED 2. Não que aprecie este género de filmes, mas o marido estava empenhado em vê-lo e eu, nesse dia, acompanhei, cansada de escrever no computador. Lee Byung-hun chamou-me a atenção e animou-me a ver o filme até ao fim. Apesar de interpretar um papel menor, encheu o ecrã de charme e deu dinâmica ao enredo que se arrastava entre um Bruce Willis a parodiar os seus papéis de antigamente e um John Malkovitch com pouca vontade de ali estar.
Pois é, isso de ir para Hollywood deve entusiasmar qualquer actor, mas de facto é pena ver bons profissionais reduzidos a meros animadores de serviço.