Com este comentário, o Carlos Sousa prova os homens serem exactamente como as mulheres. A única diferença é que nós não vos exigimos sujeição, sem protestos, quando apreciamos homens bonitos e jeitosos
Eu ainda sou do tempo em que só havia homens e mulheres e os homens não apreciavam homens mas seguiam um padrão, e esse padrão era o homem Vitruviano do Leonardo da Vinci. Só constatei que esse René está todo torto.
Era bom, era. Cristina eu andei na Mocidade Portuguesa, na minha escola não havia misturas, os rapazes andavam num corredor e as raparigas noutro. Acha que nesse tempo havia lugar para sensibilidades de género? Quem é que era cisgénero, trans ou neutro? Não leve tudo a peito, era apenas uma piada.
Parece o Rui Patrício, Cristina. Ainda assim, o Rui é mais apessoado que esse René falso. René verdadeiro, era o do “Alô, alô” sempre rodeado de espias, de pilotos ingleses, de empregadas atiradiças, da mulher desconfiada (e chata), da sogra acamada, do nazi gay, dos nazis não gays, enfim, grande René.
O Rui Patrício já cá esteve (estou com o tablet e não sei pôr aqui o link). O René do “Alô Alô” era um dos homens mais feios que já vi, mas aí é que estava a piada, pois claro.
Que fulano mais desenxabido.
Aprovado 😉
O RJP é outra liga, para lá de handsome ou “dádiva dos céus”
Um piqueno muuiitooo jeitoso, Cristina. Muito mesmo.
Sim, um homem muito bonito.
A Multiopticas tem desconto igual à idade. Acho que é de aproveitar.
Com este comentário, o Carlos Sousa prova os homens serem exactamente como as mulheres. A única diferença é que nós não vos exigimos sujeição, sem protestos, quando apreciamos homens bonitos e jeitosos
Eu ainda sou do tempo em que só havia homens e mulheres e os homens não apreciavam homens mas seguiam um padrão, e esse padrão era o homem Vitruviano do Leonardo da Vinci.
Só constatei que esse René está todo torto.
Esse tempo nunca existiu, Carlos Sousa.
Era bom, era.
Cristina eu andei na Mocidade Portuguesa, na minha escola não havia misturas, os rapazes andavam num corredor e as raparigas noutro. Acha que nesse tempo havia lugar para sensibilidades de género?
Quem é que era cisgénero, trans ou neutro?
Não leve tudo a peito, era apenas uma piada.
Parece o Rui Patrício, Cristina.
Ainda assim, o Rui é mais apessoado que esse René falso.
René verdadeiro, era o do “Alô, alô” sempre rodeado de espias, de pilotos ingleses, de empregadas atiradiças, da mulher desconfiada (e chata), da sogra acamada, do nazi gay, dos nazis não gays, enfim, grande René.
O Rui Patrício já cá esteve (estou com o tablet e não sei pôr aqui o link).
O René do “Alô Alô” era um dos homens mais feios que já vi, mas aí é que estava a piada, pois claro.
Bem… eu fico-me por excelente actor