Em 2009 quando o Guy deixou o cargo, a dívida pública da Bélgica era 90%, por exemplo, muito superior à de Portugal, que era 70%.
Agora, para além de outras coisas que conhecemos, convém notar que SÓ ALGUNS países foram atacados especulativamente pelos mercados. Porquê? Boa questão, não será? Mas o tempo está bom para demagogia barata, a preço de saldo. Uma coisa é objectiva – os que seguiram os planos da Troika, uns mais alegres e contentes que outros, duplicaram o problema original de dívida.
A Bélgica tinha uma dívida pública (bruta; a líquida era mais baixa) elevada há já bastante tempo, que vinha reduzindo por causa da adesão ao euro, obtendo inclusivamente excedentes orçamentais em alguns anos – com Verhofstadt como primeiro-ministro. Depois a crise atingiu-lhe dois bancos (Dexia e Fortis), que foram nacionalizados e/ou desmantelados (e parte do Fortis vendido ao francês BNP Paribas). Mas as contas públicas partiam de uma situação de equilíbrio, nunca apresentaram défices de 11% como sucedeu em Portugal e o país até tinha excedente na balança de transacções, que davam algumas garantias de recuperação. Não sendo uma situação brilhante, dificilmente pode ser comparada à portuguesa ou à grega.
É que nem dá para comparar… – Clisteres ou É-nim, com a Michelle Grito?!
Quando tens múltiplos factores, podemos fazer as análises que quisermos. Em particular, bastava dizer que tinhamos Sócrates e Passos e eles não. Também temos Évora, e eles não. Por poderes pintar como queres, é que tens quadros com duas cores e uma risca, a valer fortunas. Pode haver uma dissertação sobre o significado do quadro, mas na prática, é só porque alguém quis dar valor a uma idiotice, e a outra não.
Exatamente. As pessoas têm que ser consistentes nas suas críticas. Se Verhofstadt critica o atual PM grego por não fazer reformas, também deveria ter criticado o anteriores PMs gregos por não as fazerem, e também deveria criticar os PMs de outros países por também não fazerem reformas similares. Não pode ser só criticar os tipos que são de famílias políticas afastadas enquanto que não se diz uma palavra sobre os tipos das famílias políticas amigas.
É verdade. Mas também é verdade que não menciona a Nova Democracia, que lhe está politicamente mais próxima… 🙂
Seja como for, é natural que um político estrangeiro se permita este tipo de discurso apenas perante circunstâncias absolutamente excepcionais. Com a tendência para as acusações de ingerência e para os clamores por soberania que por aí andam…
Pois…ele teve foi tomates para igualar os dos gregos. Ele falou com razão e com coração e mostrou a Tripsas que ele tem de fazer uma escolha entre dois mundos. Todos sabemos que existem duas grandes correntes. Uma diz que as dívidas não são mais do que esquemas fraudulentos para os banqueiros escravizarem os povos. Outra diz que as regras são para ordenar no sentido de organizar as sociedades para que evoluam no sentido da Paz e da prosperidade. Não é fácil tomar partido quando ambas as correntes passam o tempo a descobrir os podres uma da outra.
Talvez porque se tenha evitado até ao limite dos limites, atendendo ao local e ao(s) interlocutore(s), à dignidade que os cargos e funções de uma e outra partes deveriam conter e exibir, a necessidade de se recorrer a “descomposturas” num tom verdadeiramente de pai desesperado.
Como se a um primeiro-ministro de um país do primeiro-mundo, mais ainda em absolutamente crítica necessidade de avultadíssimos e prolongadíssimos apoios, em resultado não só mas em larga medida de erros próprios – e cuja concessão significará esforços nada negligenciáveis aos povos nisso envolvidos -, fosse legítimo fazer reiteradamente a sempre triste (e, no caso, absolutamente patética) figura de um adolescente na fase da rebeldia sem causa. A quem tudo é devido e nada é exigível.
O ainda mais difícil se não mesmo terrível futuro, seja qual for o caminho, que espera o povo grego, merece-me todo o respeito. Mas não desculpa que o seu primeiro-ministro se comporte como um rapazola mimado. Um miúdo perfeitamente válido e até inteligente e que, porque sim, obstinadamente se recusa a ter modos à mesa, a arrumar o quarto e a levar a vida minimamente a sério. Enquanto pede aos berros e insultando tudo e todos, aumentos e aumentos de mesada.
Mas já que cavalgando – e dir-se-ia que com genuíno gozo – a tragédia de um povo, se porta dessa maneira e incentiva a aldrabice de métodos e o primarismo de atitudes, quando devia pugnar pela seriedade e serenidade, responda-se-lhe no conteúdo e tom de facto apropriados.
Entre a confiança que o Povo Grego nele depositou e a ordem para que se comporte à altura dos acontecimentos, já ninguém desconhece que vai uma diferença menor do que a que separa as duas consoantes. Em todo o caso, bem haja pela correcção.
Já agora, para os fãs do ultra-democrático Syriza (merecia um post mas prometi a mim mesmo limitar os textos sobre a Grécia a não mais do que um por dia – a menos que algo de extraordinário aconteça): http://www.theage.com.au/world/greek-debt-crisis-journalists-who-criticised-syriza-investigated-by-government-agencies-20150708-gi84l1.html
Os enviados da picatarina falante que aqui diariamente acampam perdem-se de amores pela TV pública grega e faz-se uma pequena ideia do que seria a independência da RTP deles.
Vamos ver como se comporta a justiça na Grécia. E aqui estaremos para dar apoio à liberdade de informação.
Também há um caso sobre as sondagens incompletas de um organismo, dadas como certas, vindas a público induzindo a vitória do Sim.
O grave problema nesta questão toda foi o facto de a Europa confundir unidade com uniformidade. E começou desde logo a desancar no Syriza sem nunca lhes dar a oportunidade de poderem provar que estavam certos em suas propostas. Perante tal cenário radical e extremista é normal que a reacção tipo elefante numa loja de cristal ocorresse. Mas fico com a ideia que a Europa do Eurogrupo não estava disposta a assumir o sucesso das propostas feitas pelos gregos.
Por último, na realidade penso que está a incomodar o relatório preliminar à dívida pública grega que tem sido muito pouco debatido e divulgado.
Uma das auditoras, Maria Lucia Fatorelli, diz existir uma espécie de subsidiação por parte da banca internacional a órgãos de informação que impedem que a mensagem se publique. Basta procurar a entrevista no Repórter Brasil para se saber o que a senhora pretende dizer.
Caro José António Abreu, referir «o insurgente» é anedótico pois fazendo uma pequena errata à frase, esta aplica-se por inteiro a esse blog.
Onde se lê: Jornalistas que não seguiram a linha do partido na cobertura do referendo são perseguidos por agências governamentais.
Deve-se ler: Comentários que não seguiram a linha do blog são excluidos.
Fala-lhe alguém com propriedade sobre o assunto, sendo os comentários que aí escrevia, algora permanentemente excluídos, são iguais, em conteúdo, aos que aqui, por agora – penso eu, me deixam fazer!
Espero que aqui as minhas opiniões não sejam delitos e que não se concordando com as mesmas, estas sejam contraditádas e não apagadas, pois essa é a essencia da liberdade. «Os insurgentes» apregoam-na mas não a praticam, quero acreditar que aqui se faça uma e outra coisa!
A situação na Bélgica, coitadinhos deles, foi tão desesperada que, em 2010-2011, sobreviveram 541 dias sem governo e se não tem sido a assistência humanitária da ACNUR tinham perecido todos.
Para uma versão grega e lúcida da crise, recomendo a leitura desta excelente entrevista ao escritor Petros Markaris: http://www.elmundo.es/economia/2015/07/08/559c20d546163f1e728b459a.html
a páginas tantas o sr. Guy Verhofstadt neste seu discurso, sim confirmei com a tradução feita num qualguer noticiario das 8, faz uma acusação ao governo do Syrisa de não efectuar reformas e favorecer o clientelismo partidário, dá mesmo o mesmo exemplo do ministério da educação grego ter recentemente nomeado 13 (treze) directores, dos quais tinha a confirmação de 12 (doze) estarem ligados a este partido.
Portugal não é a Grécia – diz repetidamente o governo e os partidos que o suportam, mas pela similitude de casos ao ouvir a intervenção deste senhor, eu enquanto português, parecia estar a ouvir algo referente a meu país: recordo a reportagem da RTP da passada semana sobre a nomeações partidárias na Segurança Social. Em Portugal existe a «CReSAP» dirá. Pois, pois, pois, nós sabemos!
Já a senhora Lagarde também os problemitas por causa de um iate qualquer de um ricaço francês com curriculo na área de gestão financeira criativa, mas disso ninguém agora fala.
P.S. – Caro JAA ter-lhe-ia ficado bem ao menos ter posto o link das respostas de Tsipras.
Ele tem toda a razão, mas questiono, por que é que ele jamais disse o mesmo aos anteriores líderes gregos?
Em 2009 quando o Guy deixou o cargo, a dívida pública da Bélgica era 90%, por exemplo, muito superior à de Portugal, que era 70%.
Agora, para além de outras coisas que conhecemos, convém notar que SÓ ALGUNS países foram atacados especulativamente pelos mercados.
Porquê? Boa questão, não será?
Mas o tempo está bom para demagogia barata, a preço de saldo.
Uma coisa é objectiva – os que seguiram os planos da Troika, uns mais alegres e contentes que outros, duplicaram o problema original de dívida.
http://www.tradingeconomics.com/belgium/g overnment-debt-to-gdp
http://www.tradingeconomics.com/portugal/g overnment-debt-to-gdp
http://www.tradingeconomics.com/greece/g overnment-debt-to-gdp
http://www.tradingeconomics.com/ireland/g overnment-debt-to-gdp
A Bélgica tinha uma dívida pública (bruta; a líquida era mais baixa) elevada há já bastante tempo, que vinha reduzindo por causa da adesão ao euro, obtendo inclusivamente excedentes orçamentais em alguns anos – com Verhofstadt como primeiro-ministro. Depois a crise atingiu-lhe dois bancos (Dexia e Fortis), que foram nacionalizados e/ou desmantelados (e parte do Fortis vendido ao francês BNP Paribas). Mas as contas públicas partiam de uma situação de equilíbrio, nunca apresentaram défices de 11% como sucedeu em Portugal e o país até tinha excedente na balança de transacções, que davam algumas garantias de recuperação. Não sendo uma situação brilhante, dificilmente pode ser comparada à portuguesa ou à grega.
E além disso tinha a Kim Clijsters e a Justine Henin.
É que nem dá para comparar…
– Clisteres ou É-nim, com a Michelle Grito?!
Quando tens múltiplos factores, podemos fazer as análises que quisermos.
Em particular, bastava dizer que tinhamos Sócrates e Passos e eles não.
Também temos Évora, e eles não.
Por poderes pintar como queres, é que tens quadros com duas cores e uma risca, a valer fortunas.
Pode haver uma dissertação sobre o significado do quadro, mas na prática, é só porque alguém quis dar valor a uma idiotice, e a outra não.
Na onda do “quem não disser agora que se cale para sempre?”
Exatamente. As pessoas têm que ser consistentes nas suas críticas. Se Verhofstadt critica o atual PM grego por não fazer reformas, também deveria ter criticado o anteriores PMs gregos por não as fazerem, e também deveria criticar os PMs de outros países por também não fazerem reformas similares.
Não pode ser só criticar os tipos que são de famílias políticas afastadas enquanto que não se diz uma palavra sobre os tipos das famílias políticas amigas.
Ele diz igual a : “tu estás caindo na mesma armadilha que o PASOK caiu”.
É verdade. Mas também é verdade que não menciona a Nova Democracia, que lhe está politicamente mais próxima… 🙂
Seja como for, é natural que um político estrangeiro se permita este tipo de discurso apenas perante circunstâncias absolutamente excepcionais. Com a tendência para as acusações de ingerência e para os clamores por soberania que por aí andam…
Pois…ele teve foi tomates para igualar os dos gregos. Ele falou com razão e com coração e mostrou a Tripsas que ele tem de fazer uma escolha entre dois mundos. Todos sabemos que existem duas grandes correntes. Uma diz que as dívidas não são mais do que esquemas fraudulentos para os banqueiros escravizarem os povos. Outra diz que as regras são para ordenar no sentido de organizar as sociedades para que evoluam no sentido da Paz e da prosperidade.
Não é fácil tomar partido quando ambas as correntes passam o tempo a descobrir os podres uma da outra.
Exacto. A que se segue um casamento infeliz.
Talvez porque se tenha evitado até ao limite dos limites, atendendo ao local e ao(s) interlocutore(s), à dignidade que os cargos e funções de uma e outra partes deveriam conter e exibir, a necessidade de se recorrer a “descomposturas” num tom verdadeiramente de pai desesperado.
Como se a um primeiro-ministro de um país do primeiro-mundo, mais ainda em absolutamente crítica necessidade de avultadíssimos e prolongadíssimos apoios, em resultado não só mas em larga medida de erros próprios – e cuja concessão significará esforços nada negligenciáveis aos povos nisso envolvidos -, fosse legítimo fazer reiteradamente a sempre triste (e, no caso, absolutamente patética) figura de um adolescente na fase da rebeldia sem causa. A quem tudo é devido e nada é exigível.
O ainda mais difícil se não mesmo terrível futuro, seja qual for o caminho, que espera o povo grego, merece-me todo o respeito. Mas não desculpa que o seu primeiro-ministro se comporte como um rapazola mimado. Um miúdo perfeitamente válido e até inteligente e que, porque sim, obstinadamente se recusa a ter modos à mesa, a arrumar o quarto e a levar a vida minimamente a sério. Enquanto pede aos berros e insultando tudo e todos, aumentos e aumentos de mesada.
Mas já que cavalgando – e dir-se-ia que com genuíno gozo – a tragédia de um povo, se porta dessa maneira e incentiva a aldrabice de métodos e o primarismo de atitudes, quando devia pugnar pela seriedade e serenidade, responda-se-lhe no conteúdo e tom de facto apropriados.
Costa
Ele respondeu à sua pergunta. Tsipras tem um mandado que mais nenhum outro político na Grécia teve.
Já teve um mandado de captura? Épá…
Entre a confiança que o Povo Grego nele depositou e a ordem para que se comporte à altura dos acontecimentos, já ninguém desconhece que vai uma diferença menor do que a que separa as duas consoantes.
Em todo o caso, bem haja pela correcção.
Já agora, para os fãs do ultra-democrático Syriza (merecia um post mas prometi a mim mesmo limitar os textos sobre a Grécia a não mais do que um por dia – a menos que algo de extraordinário aconteça): bt-crisis-journalists-who-criticised-syr iza-investigated-by-government-agencies-2 0150708-gi84l1.html
http://www.theage.com.au/world/greek-de
Através d’O Insurgente: tanto-no-berco-da-democracia/
http://oinsurgente.org/2015/07/08/entre
Os enviados da picatarina falante que aqui diariamente acampam perdem-se de amores pela TV pública grega e faz-se uma pequena ideia do que seria a independência da RTP deles.
Vamos ver como se comporta a justiça na Grécia. E aqui estaremos para dar apoio à liberdade de informação.
Também há um caso sobre as sondagens incompletas de um organismo, dadas como certas, vindas a público induzindo a vitória do Sim.
O grave problema nesta questão toda foi o facto de a Europa confundir unidade com uniformidade. E começou desde logo a desancar no Syriza sem nunca lhes dar a oportunidade de poderem provar que estavam certos em suas propostas.
Perante tal cenário radical e extremista é normal que a reacção tipo elefante numa loja de cristal ocorresse.
Mas fico com a ideia que a Europa do Eurogrupo não estava disposta a assumir o sucesso das propostas feitas pelos gregos.
Por último, na realidade penso que está a incomodar o relatório preliminar à dívida pública grega que tem sido muito pouco debatido e divulgado.
Uma das auditoras, Maria Lucia Fatorelli, diz existir uma espécie de subsidiação por parte da banca internacional a órgãos de informação que impedem que a mensagem se publique. Basta procurar a entrevista no Repórter Brasil para se saber o que a senhora pretende dizer.
Caro José António Abreu,
referir «o insurgente» é anedótico pois fazendo uma pequena errata à frase, esta aplica-se por inteiro a esse blog.
Onde se lê:
Jornalistas que não seguiram a linha do partido na cobertura do referendo são perseguidos por agências governamentais.
Deve-se ler:
Comentários que não seguiram a linha do blog são excluidos.
Fala-lhe alguém com propriedade sobre o assunto, sendo os comentários que aí escrevia, algora permanentemente excluídos, são iguais, em conteúdo, aos que aqui, por agora – penso eu, me deixam fazer!
Espero que aqui as minhas opiniões não sejam delitos e que não se concordando com as mesmas, estas sejam contraditádas e não apagadas, pois essa é a essencia da liberdade. «Os insurgentes» apregoam-na mas não a praticam, quero acreditar que aqui se faça uma e outra coisa!
Obrigado!
Pois é, José, vi ali o discurso do desespero e ao mesmo tempo o namoro por parte do Guy.
Mas é necessário desmontar as mentiras que se propagam:
http://economico.sapo.pt/noticias/grecia-f oi-o-pais-que-mais-cortou-na-despesa-pub lica_223141.html
Creio que alguém tem de dizer isto.
E agora a resposta de Tsipras a Guy:
https://www.youtube.com/watch?v=Ih-OGXes Jqg
E agora a resposta do Messias Costa:
O PS não é o Syriza.
A situação na Bélgica, coitadinhos deles, foi tão desesperada que, em 2010-2011, sobreviveram 541 dias sem governo e se não tem sido a assistência humanitária da ACNUR tinham perecido todos.
Para uma versão grega e lúcida da crise, recomendo a leitura desta excelente entrevista ao escritor Petros Markaris: 7/08/559c20d546163f1e728b459a.html
http://www.elmundo.es/economia/2015/0
Caro José António Abreu,
a páginas tantas o sr. Guy Verhofstadt neste seu discurso, sim confirmei com a tradução feita num qualguer noticiario das 8, faz uma acusação ao governo do Syrisa de não efectuar reformas e favorecer o clientelismo partidário, dá mesmo o mesmo exemplo do ministério da educação grego ter recentemente nomeado 13 (treze) directores, dos quais tinha a confirmação de 12 (doze) estarem ligados a este partido.
Portugal não é a Grécia – diz repetidamente o governo e os partidos que o suportam, mas pela similitude de casos ao ouvir a intervenção deste senhor, eu enquanto português, parecia estar a ouvir algo referente a meu país: recordo a reportagem da RTP da passada semana sobre a nomeações partidárias na Segurança Social.
Em Portugal existe a «CReSAP» dirá.
Pois, pois, pois, nós sabemos!
Reformas!?!?!?
Clientelismo!?!?!?
Alguém tinha que dizer-lho!
Em relação ao GUY
http://aventar.eu/2015/07/11/guy-verhofs tadt-o-conflito-de-interesses-e-as-criti cas-tsipras-no-pe/
É seguir o trilho de migalhas até ao pote !
Já a senhora Lagarde também os problemitas por causa de um iate qualquer de um ricaço francês com curriculo na área de gestão financeira criativa, mas disso ninguém agora fala.
P.S. – Caro JAA ter-lhe-ia ficado bem ao menos ter posto o link das respostas de Tsipras.