Em vésperas de Bruxelas dizer ao governo de Lisboa que o PEC é insuficiente, talvez em vésperas de nova ida do governo ao Parlamento, estou convencido de que o governo há-de manifestar-se, talvez até volte a mostrar-se. Porque a verdade é esta: o governo desapareceu há já umas semanas. Nem um ministro, nem uma declaração, nem um acto de marketing político. Nada. O governo está desaparecido, como se confirma pela foto mais recente que quiseram tirar-lhe. O fotógrafo estava lá, mas o governo não.
Não é que faça muita falta. É apenas porque faz muita despesa.


Andam tão impregnados de tralha tecnológica que só existem virtualmente!
Governo virtual e despesa real.
É a indigestão do coelho à caçador, não reparou? Foi cá uma dose!
Um coelho à caçador é um coelho com uma caçadeira e cartuchos?
Ninguém o viu, mas posso afirmar que “eles andem aí,ai andem andem…”
Andem, andem…
Desapareceu, de fato (deu-me jeito o acordo ortográfico, desculpa). De fato cinzento, que em crise todos os governos são pardos…
Em cima de camisa branca e gravatucha monocromática.
“Monocromático” é o apelido este governo, simbolizado nas gravatas do Grande Chefe.
E a gente fica monocismática.
Segundo ouvi dizer, reuniram-se junto daquele “ponto de encontro” naquela estação dos caminhos de ferro e estão lá reunidos ‘à porta fechada’…
Eu bem te disse. O sinal era vermelho, eles é que são daltónicos. São tal e qual como os irmãos Dalton…
Os Dalton eram animais ferozes.
LOL. E não gostavam que lhes chamassem “chefes”.
[Desculpe o abuso… Não tem a ver com o post (ou tem já que me vou referir a uma manifestação de que o recolhimento não significa estar em parte incerta)]
A Leonor não anda por aqui? É que a tolerância de ponto sempre vai acontecer…
Hum… A Leonor? Por aqui? Nã… Ainda não a vi hoje…