Ainda se lembram?


vidabreve,

 

Foi o dístico da saison. Três meses depois estamos assim:

 

PS: 36%
PSD: 34%
CDS-PP: 10%
CDU: 9%
BE: 5%
OBN: 6%

 

Muito se podia escrever agora sobre política feita com os pés, sobre idiotas úteis, etc. Mas este blog tem uma indisfarçável vocação para a caridade cristã.

13 comentários em “Ainda se lembram?”

    1. Era o que eu ia salientar. Nas TV’s também mostraram os resultados da eurosondagem. Nos jornais, claro, a história é outra.

  1. Para se avaliar o crédito que merecem as “sondagens” confeccionadas pela Universidade Católica, basta recuar às últimas eleições europeias.
    É espantoso como certa gente, reincidente no erro e na trapaça, tem o descaramento de prosseguir uma actividade para a qual não dispõe da mínima isenção.
    E mais surpreendente ainda é que haja órgãos da comunicação social (sobretudo se pagos por todos nós, como são os casos da rádio e da tv públicas) que insistem em encomendar tais cozinhados…

  2. É a maioria dos comentadores do PSD que dizem “Não basta de Sócrates”:
    Sempre prontos a ampliar os efeitos dos erros da liderança;
    Quando existem 3 sondagens e só uma lhes é desfavorável, é esta que propagandeiam;
    Quando temos um primeiro ministro que leva o país à falência e se contradiz num curto prazo, falam da impreparação do lider da oposição e das suas indecisões… não há opositor ao governo que resista com um partido assim.

  3. No dia 5 de Junho é que ficamos a saber se “Já Basta”.
    Como diria o outro :”Prognósticos só no fim do jogo”!!!

  4. Os meus amigos perdoem se não comento em detalhe todos os vossos considerandos. Apenas uma nota: seria inconcebível, em qualquer país civilizado, que depois de tudo o que ocorreu o maior partido da oposição estivesse, e merecidamente, praticamente empatado nas sondagens com o partido do Governo. Só isto.

    1. Isso é dar por assente o rigor científico destas sondagens, o qual não resiste a uma análise minimamente séria.
      Não será melhor esperarmos pela “sondagem” de 5 de Junho?

    2. Como explicar a perca de uma vantagem de 14%?
      Fiz intensamente a campanha da AD , o Chico nunca permitiu a perca da vantagem, mais pôs todos a trabalhar para alargá-la. Isto não é ser contra o partido, mas o eleitorado não tem confiança, nem acredita no líder. A mudança de mensagem, e uma aproximação honesta e sem tiques devia ter ocorrido anteontem, assim não vamos lá.

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