… do que disse o Daniel Kaufmann. E que bem que aquilo me soou! Porque me lembrei disso agora? Sei lá. Lembrei-me…
Ainda não me esqueci…
Teresa Ribeiro,
… do que disse o Daniel Kaufmann. E que bem que aquilo me soou! Porque me lembrei disso agora? Sei lá. Lembrei-me…
é o verdadeiro “cancro” do Estado, muitas vezes praticado pelo próprio…
Cancro que ainda não vi nenhum partido de poder combater com determinação, embora tal representasse um importante salto civilizacional e com grandes repercussões na saúde da nossa economia. Mas é sempre mais fácil esvaziar os bolsos dos contribuintes…
Soa muito bem , sem dúvida.
Por isso mesmo é que não podemos esperar pelos partidos para atacar esse problema.
Os contribuintes, que ficam de bolsos esvaziados, devem juntar-se, de forma consistente, bem estruturada, sincronizada, pautada e passo a passo, para criar movimento de efectiva pressão, verdadeiro lobby anti corrupção.
Penso que não faltariam aderentes.
Pela parte que me toca, raio verde, garanto que vou melgar muiiito à volta deste assunto.
é isso mesmo que precisamos. De um enxame de melgas. Enormes. No que puder ajudar…
Nem que seja em apoio moral!
Melguemos, Teresa. Sempre. A única forma de fazer diminuir a corrupção é denunciar sempre todos os casos conhecidos, venham de quem vierem. E isso compete muito à cidadania, que infelizmente está muito pouco habituada a ter voz para além das mesas de café e das salas de espera dos hospitais. temos de passar dos queixumes às denúncias sérias e fundadas. Tolerância zero aos abusos de poder.
Há um palacete ali na Rua da Escola Politécnica, esquina com o Largo do Rato, que podia e devia estar na vanguarda deste combate. Mas como o inquilino desse palacete já se comparou à Rainha de Inglaterra receio que a coisa esteja complicada. A comparação, de resto, está mal feita pois a Rainha sabe ler discursos.
certo.
mas não será éla simple mudança de procurador que se atingirá os objectivos devidos. até porque a corrupção está tão “widespread” que seria impossível.
é necessária transparência e regras para a mesma.
é necessário que as pessoas reclamem de consursos públicos em que se sintam prejudicadas por uma cunha.
é necessário poder recorrer à Justiça nestes casos.
é preciso publicização de critérios de escolha, e que estes sejam objectivos e Transparentes.
é necessário dar poder a reguladores.
é preciso não baixar a garimpa perante grandes empresas. Elas, em livre e sã concorrência, continuarão a ter lucros, não precisam de ter as distorções do mercado a seu favor.
é necessário que a comunicação social denuncie indícios de tais crimes, sem caças ao homem, mas com interrogações sobre determinados procedimentos.
concordo que se possa punir severamente, e deve-se.
só que é tão endémico, que tem que haver algo extra, tem que haver, diria, motivação “ideológica” da sociedade civil, sendo esta motivação muito simples: tudo isto sai dos bolsos dos contribuintes, estrangula a economia, é Injusto, é desigual. Todos saímos prejudicados no global. E embora, cada um, individualmente, possa pensar que não deve criticar algo que poderá necessitar de fazer uso, só têm que compreender que essa necessidade desse uso só surge pela falta de oportunidades sãs criadas pela corrupção e cunhas no Estado. Pelo menos os que têm mérito devem pensar assim. E os pais destes já agora.
No privado, o facto da meritocracia também não ser uma cultura, já é outra conversa, mas que sofreria efeitos benéficos de uma transparência a nível público.
Numa linha: amén!
Bom, se se começar finalmente a sacar a massa de onde ela está e não devia estar, a deixar de mandar a massa para onde ela não devia ir, e considerando que tudo indica que somos menos quase meio milhão de residentes do que se pensava (dados preliminares dos Censos), o nosso PIB/capita está aqui está ao na frente do pelotão óropeu.
Nem mais, IsabelPS.