
O velho Plummer (que ficou na história como o anti-nazi Von Trapp, imagine-se) aprestou-se a refazer o papel do Spacey, apagado do filme “Todo o Dinheiro do Mundo” pois este queimado na praça pública por, de facto, não se ter assumido no momento considerado devido como membro do movimento político “gay”. E, toma lá, logo, assim como quem não quer a coisa, levou com a nomeação para o Oscar. E ninguém diz nada a esta sequela do blockbuster “The world according to Stalin”.
A McDormand, excelente nos “3 Cartazes”, como sempre o é, recebe o Oscar e manda a raparigada toda levantar-se, que este ano a causa é a feminina (feminista, se se quiser). Tal como antes foi a “afro-americana” (muito fiéis são aqueles tipos à lei da “one-drop”, já agora). A raparigada lá se levantou, aplaudiu, até ululou (as que o sabem fazer). E o mundo vê e acha óptimo, tão “liberals” (não é neoliberal, atenção) são os de Hollywood. E copiam-nos.
Que nojo. Os que copiam. Que os outros são o que são.

Antigament…… se calhar a merda dos óscares nunca foi sobre cinema.
Não é ” o mundo”.
É uma faixa, cada vez mais reduzida, daquilo que se convencionou chamar “ocidente”.
E o Mundo , além de ter deixado de ser eurocêntrico ( excrecências incluídas…) é bastante mais vasto do que a estreita janela televisiva…
“Spacey (…) queimado na praça pública por, de facto, não se ter assumido no momento considerado devido como membro do movimento político “gay”.”
Das duas uma: ou você não sabe o que se sabe passou, ou então o que faz aqui é manipulação dos factos.
Mas ainda perdem tempo a ver esta fantochada? 🙂
Não é a primeira vez que leio disparates seus.
Sim o mimetismo social tornou-se bem forte. Dá a segurança da multidão e poupa trabalho.