Ainda 2013 nuns quantos discos. 2: Aventine, de Agnes Obel.


escafandro,

Philarmonics, o primeiro álbum da dinamarquesa residente em Berlim, continha momentos de relativa expansividade mas, no cômputo geral, era uma obra de delicadeza e intimismo desarmantes. Em entrevistas recentes, Obel declarou que o plano era tornar o segundo mais alegre. Como o criador nem sempre controla a criatura, saiu-lhe um trabalho ainda mais suave e melancólico. De tal forma que, se ouvido com a disposição inadequada, pode revelar-se um nadinha monocórdico. Com a disposição certa, é sublime.

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