Ao ver o desfile de carantonhas chuchialistas no Telejornal, a maioria dos portugueses deve sentir, como eu, enorme vontade de vomitar. Ora, isso não é coisa que se faça a um país à hora de jantar…
“Espero que os nossos parceiros tenham em consideração que vamos para eleições a 05 de Junho, por isso, o que precisamos agora é de um programa interino para que o próximo Governo possa participar nas negociações finais, porque é o próximo Governo que vai implementar o programa”, afirmou hoje o chefe de Estado português.
“Por isso precisamos de alguma imaginação, digamos assim, das instituições europeias para encontrar um programa interino apropriado”, declarou hoje em Budapeste.
RESPOSTA APROPRIADA:
Oli Rehn responde “Já mostrámos muita imaginação”
A resposta do Oli Rehn, o comissário europeu, não podia ser mais clara: “Já mostrámos muita imaginação e, especialmente, responsabilidade sobre a forma como devemos superar as dificuldades económicas de Portugal”.
E de seguida pediu silêncio aos actores políticos em Portugal.
“Preferia não ter um diálogo público, todos os dias com os actores políticos portugueses, por quem tenho grande estima”, “incluindo o Presidente da República”, acrescentou.
Quanto a um programa interino, Rehn insiste que a ajuda “será feita nos moldes dos programas já conhecidos”, admitindo apenas “pequenos ajustes” no futuro, depois das eleições
Estes gajos alaranjados deixam-nos mal em toda a linha.
Esses também mas estes vermelhos que se renderam ao rosa, seja lá o que isso for, não nos deixaram em grande situação. Temos pena mas a verdade é esta.
O Congresso do PS é um hino à demagogia e despudor perante os portugueses. Eles políticos: emocionam-se, incentivam, acreditam… como se nada se tivesse passado. Dão descaradamente a sensação, que quem nos governou foram os outros e como tal cá estaremos para dar o corpo ao manifesto. É preciso ter lata para subir ao palco e de peito cheio bradar aos céus e……
Confesse que ficou mesmo assustada, seja sincera. A coisa ainda não está no papo, pois não?
E está a falar de?
Ao ver o desfile de carantonhas chuchialistas no Telejornal, a maioria dos portugueses deve sentir, como eu, enorme vontade de vomitar.
Ora, isso não é coisa que se faça a um país à hora de jantar…
Verdade, tem razão.
Ridículo é esta situação do TOTÓ:
“Espero que os nossos parceiros tenham em consideração que vamos para eleições a 05 de Junho, por isso, o que precisamos agora é de um programa interino para que o próximo Governo possa participar nas negociações finais, porque é o próximo Governo que vai implementar o programa”, afirmou hoje o chefe de Estado português.
“Por isso precisamos de alguma imaginação, digamos assim, das instituições europeias para encontrar um programa interino apropriado”, declarou hoje em Budapeste.
RESPOSTA APROPRIADA:
Oli Rehn responde “Já mostrámos muita imaginação”
A resposta do Oli Rehn, o comissário europeu, não podia ser mais clara: “Já mostrámos muita imaginação e, especialmente, responsabilidade sobre a forma como devemos superar as dificuldades económicas de Portugal”.
E de seguida pediu silêncio aos actores políticos em Portugal.
“Preferia não ter um diálogo público, todos os dias com os actores políticos portugueses, por quem tenho grande estima”, “incluindo o Presidente da República”, acrescentou.
Quanto a um programa interino, Rehn insiste que a ajuda “será feita nos moldes dos programas já conhecidos”, admitindo apenas “pequenos ajustes” no futuro, depois das eleições
Estes gajos alaranjados deixam-nos mal em toda a linha.
Esses também mas estes vermelhos que se renderam ao rosa, seja lá o que isso for, não nos deixaram em grande situação. Temos pena mas a verdade é esta.
O Congresso do PS é um hino à demagogia e despudor perante os portugueses.
Eles políticos: emocionam-se, incentivam, acreditam… como se nada se tivesse passado. Dão descaradamente a sensação, que quem nos governou foram os outros e como tal cá estaremos para dar o corpo ao manifesto.
É preciso ter lata para subir ao palco e de peito cheio bradar aos céus e……
Concordo, é preciso ter muita lata mas já se viu que é coisa que não falta ao PS de Sócrates.