Ai se o ridículo matasse


cronicasnofeminino,

Depois dos abraços comovidos que todos estes dirigentes deram a José Sócrates, ao longo do dia, as palavras do clássico «That’s What Friends are For» resumiram tudo em verso.
«Continua a sorrir, continua a brilhar/ Sabendo que podes sempre contar comigo, sem dúvida/ É para isto que servem os amigos/ Nas horas felizes e nos tempos adversos/ Estarei sempre a teu lado/ É para isto que servem os amigos».

 

Ao vivo e a cores no Congresso desses rapazes socialistas tão amigos.

8 comentários em “Ai se o ridículo matasse”

  1. Ao ver o desfile de carantonhas chuchialistas no Telejornal, a maioria dos portugueses deve sentir, como eu, enorme vontade de vomitar.
    Ora, isso não é coisa que se faça a um país à hora de jantar…

  2. Ridículo é esta situação do TOTÓ:

    “Espero que os nossos parceiros tenham em consideração que vamos para eleições a 05 de Junho, por isso, o que precisamos agora é de um programa interino para que o próximo Governo possa participar nas negociações finais, porque é o próximo Governo que vai implementar o programa”, afirmou hoje o chefe de Estado português.

    “Por isso precisamos de alguma imaginação, digamos assim, das instituições europeias para encontrar um programa interino apropriado”, declarou hoje em Budapeste.

    RESPOSTA APROPRIADA:

    Oli Rehn responde “Já mostrámos muita imaginação”

    A resposta do Oli Rehn, o comissário europeu, não podia ser mais clara: “Já mostrámos muita imaginação e, especialmente, responsabilidade sobre a forma como devemos superar as dificuldades económicas de Portugal”.

    E de seguida pediu silêncio aos actores políticos em Portugal.

    “Preferia não ter um diálogo público, todos os dias com os actores políticos portugueses, por quem tenho grande estima”, “incluindo o Presidente da República”, acrescentou.

    Quanto a um programa interino, Rehn insiste que a ajuda “será feita nos moldes dos programas já conhecidos”, admitindo apenas “pequenos ajustes” no futuro, depois das eleições

    Estes gajos alaranjados deixam-nos mal em toda a linha.

  3. O Congresso do PS é um hino à demagogia e despudor perante os portugueses.
    Eles políticos: emocionam-se, incentivam, acreditam… como se nada se tivesse passado. Dão descaradamente a sensação, que quem nos governou foram os outros e como tal cá estaremos para dar o corpo ao manifesto.
    É preciso ter lata para subir ao palco e de peito cheio bradar aos céus e……

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *