E pensar que ainda há quem acuse o sistema judicial iraniano de não ser justo nem compassivo ao tratar de casos de adultério feminino…
Ah bom, enforcada seria justo!
escafandro,
E pensar que ainda há quem acuse o sistema judicial iraniano de não ser justo nem compassivo ao tratar de casos de adultério feminino…
Estão a humanizar-se. Isso da lapidação era no tempo de Cristo, a fogueira é própria dos infiéis cristãos, a guilhotina cheira a revolução, a forca era do tempo da conquista do Far West “, a cadeira eléctrica era do tempo da Lei Seca, em breve chegarão à injecção letal.
Mas, Rómulo, não seria isso já demasiado leve para uma acusação de adultério?
Para o acusador e juizes sim, seria leve.
E uma ‘overdose’ de coca? Não era mau.
Ei, o Irão é uma sociedade decente. Não há lá drogas. E essa também seria uma morte demasiado fácil para – gasp! – uma adúltera.
A pena foi agravada por ela ser “adúltera enquanto casada”. Pergunto-me o que será uma “adúltera solteira” .
Não se lembrarão de mais nada para agravar ainda mais o terrível crime de adultério? (feminino, claro, que aos homens tudo é permitido)
Ena, um link para o Público… Estava perfeitamente convencido de que já tinha fechado.