Venho agradecer a todos que nas últimas semanas noticiaram ou comentaram o meu livro, Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico. Hoje fica a referência – ainda incompleta – aos blogues, pedindo desde já desculpa por alguma eventual omissão, que prontamente corrigirei.
Ainda que os amantes se percam…
Bloguítica (1, 2)
Perca Tempo – O Blog do Murilo
Portugal dos Pequeninos (1, 2, 3)
Real Associação da Beira Litoral
Na próxima semana darei aqui nota dos ecos que a obra foi tendo nos órgãos de informação, designadamente em colunas de opinião e de crítica literária.
(actualizado)


Vi vários exemplares numa pequena feira do livro, em Mirandela, o que me surpreendeu, pois a oferta geral era muito limitada. Parece ser uma publicação com bastante impacto.

Motivo acrescido para eu passar a gostar ainda mais de Mirandela do que já gosto, Cristina.
Não tem que agradecer pois os agradecimentos devem ser-lhe dirigidos pela prosa que muito gostei de ler.
Abraço
Abraço retribuído com muito gosto, meu caro Luís.
Atenção que houve também gente a anunciá-lo no Facebook… Um abraço e renovados parabéns
Eu sei, Fernando. Mas aí vou ficar-me mesmo pelo agradecimento genérico. Até porque nessa rede social ainda não estou.
Abraço amigo.
A não perder, o Portugalex de hoje… sobre outro novo acordo ortográfico, ao estilo cuadoção (não confundir adoção com adoçam) ugalex
http://www.rtp.pt/play/p293/e119690/port
Em suma, tod@s sabem da discriminação imposta pelo género na língua.
Falta aos grandes progressist@s, anti-tradicionalist@s, em suma, p@neleir@s, que nos atormentam, digo, representam, proporem a entrada d@ arrob@ n@ português.
Mais um@ revolução de arromb@…
Não há cuadoção pr’a tanta arroba…
Nós todos* é que devemos agradecer-lhe o trabalho** que teve por esta causa.
Um grande bem-haja.
*O plural masculino em português abrange também o feminino, isto é, significa também todas (esta explicação destina-se aos descerebrados que usam o politicamente correcto plural feminino em todas as circunstancias).
**Quem nunca escreveu nada (já nem digo um livro, mas apenas um artigo bem fundamentado) nem imagina a trabalheira que a coisa dá. E, se não acredita… então experimente. Mas não se esqueça: bem fundamentado!
Grato pelas suas palavras, Zé de Portugal. É como diz: quem nunca escreveu nada nem imagina o trabalho que dá.
Também está no Fio de prumo 🙂
Já actualizada a lista. Obrigado.