Esta é a proposta para um bolo de noivos muito condizente com o mês corrente: inspirado na prática do mergulho. Também para aqueles que já desconfiam que o enlace acabará por ir ao fundo.
17 comentários em “Agosto casamenteiro (4)”
Se o João jura que é um bolo, eu acredito. Assim, de repente, parecia-me uma construção na areia.
Hum…pois é. Das duas uma: não façamos a viagem, ou levemos um colete de salvação. Escolho a primeira, há coisas que exigem certezas ainda que temporárias…
Ah, Sílvia, nisso não estamos nada de acordo: há viagens que só podem ser feitas sem colete de salvação, ou começam logo com uma enorme batota… aprender a nadar é que é o grande desafio. Nem sempre se consegue, mas acreditar que é possível já vale a pena. 😉
Ora…diga antes que estamos em total acordo. Era isso que falava, acreditar que é possível e dispensar o colete, sem pré-ideias de risco provável de afundamento. Vale a pena de facto. :))
Ah, então entendi-a mal. Apesar de alguns naufrágios no activo, continuo a achar que vale a pena. E continuo a dispensar o colete, imagine. Um dia afogo-me mesmo… 😉
Ana, depois de um naufrágio nada como voltar à superfície e seguir viagem, e contrariar o risco de afogamento!
Ora bem… há mais marés que marinheiros, não é? lol
A ideia é mesmo essa! Eheh…
Se o João me garante que é fresco, eu provo, mas sob reserva….. :)))
Desconfiar, desconfiar eles não desconfiam, coitaditos estão como aquelas avezinhas acabadinhas de nascer – cegas. O pior depois é o trambolhão, também João, você está mesmo a dar uma mãozinha com bolos desta altura, os casalinhos não se aguentam, ao menos poderia ser gentil e colocar uma rede á volta do bolo. Digo eu com pena dos noivos.
Se o João jura que é um bolo, eu acredito.
Assim, de repente, parecia-me uma construção na areia.
Também há os biscoitos de areia…
Que mau gosto… o bolo e a desconfiança de naufrágio (eheh).
É a vida…
Hum…pois é. Das duas uma: não façamos a viagem, ou levemos um colete de salvação. Escolho a primeira, há coisas que exigem certezas ainda que temporárias…
Ah, Sílvia, nisso não estamos nada de acordo: há viagens que só podem ser feitas sem colete de salvação, ou começam logo com uma enorme batota… aprender a nadar é que é o grande desafio. Nem sempre se consegue, mas acreditar que é possível já vale a pena.
😉
Ora…diga antes que estamos em total acordo. Era isso que falava, acreditar que é possível e dispensar o colete, sem pré-ideias de risco provável de afundamento. Vale a pena de facto.
:))
Ah, então entendi-a mal.
Apesar de alguns naufrágios no activo, continuo a achar que vale a pena. E continuo a dispensar o colete, imagine. Um dia afogo-me mesmo…
😉
Ana, depois de um naufrágio nada como voltar à superfície e seguir viagem, e contrariar o risco de afogamento!
Ora bem… há mais marés que marinheiros, não é?
lol
A ideia é mesmo essa! Eheh…
Se o João me garante que é fresco, eu provo, mas sob reserva…..
:)))
Digo-lhe que é fresco, mas sob reserva…
Este bolo é para aqueles casamentos na praia que agora estão muito na moda, depois das séries americanas apimbalhadas.
Bem visto.
Desconfiar, desconfiar eles não desconfiam, coitaditos estão como aquelas avezinhas acabadinhas de nascer – cegas.
O pior depois é o trambolhão, também João, você está mesmo a dar uma mãozinha com bolos desta altura, os casalinhos não se aguentam, ao menos poderia ser gentil e colocar uma rede á volta do bolo.
Digo eu com pena dos noivos.
Pode ser que haja alternativas em próximas sugestões…