Agora cada vez menos mais só de vez em quando


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Fui à procura, na edição online do novo Diário de Notícias, do texto de opinião assinado por António Araújo sobre Wenceslau de Moraes. Não o encontrei e ainda bem. É um texto que vale, ele por si, os 3€ de uma edição semanal impressa e inteira. Em cada parágrafo, há informação. Escorreita e suculenta como o bife de Kobe, terra nessa estranja onde foi, ele Wenceslau, cônsul de Portugal.

Araújo diz que Wenceslau foi um “estilhaçado entre dois mundos, como sucedeu a tantos soldados do Império (que ele, António, grafa em caixa baixa, como se denominam as minúsculas nos jornais). Quiçá.

Mas o que fez e escreveu, ele Wenceslau, foi uma tentativa igual a todas as outras de procurar essa reconstituição dos estilhaços sublimada pela demanda de reunir os fragmentos da personalidade  que era a sua e a uma outra maior, através dessa busca de uma impossível taça do Graal. 

Eu sei…É um post estranho, este que acabei de escrever. As minha desculpas. É para onde me dá. Vou ler o texto do António outra vez e regresso um dia destes.

6 comentários em “Agora cada vez menos mais só de vez em quando”

    1. Se bem que seguir o código do Bushido não fosse aquilo a que hoje chamamos misticismo. Mas obrigado pela referência e que me levou a descobrir que o dito Yasuke terá nascido em Moçambique, terra onde vivi (Isto a acreditar na Wikipedia, não necessariamente a mais credível fonte de informação do planeta https://en.wikipedia.org/wiki/Yasuke) Abraço

  1. 🙂

    Volte o quanto antes, por favor, que o seu sentido de humor faz(-me) falta.

    Sobreviver aos últimos acontecimentos do Sporting Clube de Portugal sem o seu sentido de humor, não é fácil, sabe? 🙂

    SL

  2. É um post estranho, mas eu que desconhecia Wenceslau de Moraes fui tentar saber alguma coisa. E não me pareceu uma pessoa comum. Além do que escreveu bastante sobre o oriente. Portanto, obrigada por este “post estranho”.

    1. Não era de facto uma pessoa comum mas não é a mim que tem de agradecer e sim ao António Araújo, cuja página na edição impressa do DN seriamente recomendo. Muito obrigado pelo comentário.

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