Parece-me que este aforismo nem é político nem necessário, pois que quem tem poder na nossa nação o tem exercido sem dar tréguas – insinuar o contrário é um insulto ao Espírito Santo na sua multiplicidade ontológica, que é como quem diz, é fazer pouco do trabalho dos bancos de investimento, construtores, consultores, assessores, amigos jornaleiros, etc., etc., etc. É tudo malta que tem trabalhado bem em prol do progresso e da prosperidade. Fizeram deste lugar um país a raiar a opulência económica e científica, e isto é indesmentível, creio eu.
Mais adequado seria: «Se tens o poder (na mão), financia-o. Já estamos todos à espera disso».
O filósofo e o bochechas e o papa-reformas não me deixam.
Que o exerças em função daqueles que representas, no mínimo.
Parece-me que este aforismo nem é político nem necessário, pois que quem tem poder na nossa nação o tem exercido sem dar tréguas – insinuar o contrário é um insulto ao Espírito Santo na sua multiplicidade ontológica, que é como quem diz, é fazer pouco do trabalho dos bancos de investimento, construtores, consultores, assessores, amigos jornaleiros, etc., etc., etc. É tudo malta que tem trabalhado bem em prol do progresso e da prosperidade. Fizeram deste lugar um país a raiar a opulência económica e científica, e isto é indesmentível, creio eu.
Mais adequado seria: «Se tens o poder (na mão), financia-o. Já estamos todos à espera disso».
Bem, de preferência.